Fotojornalista enterrou fotografias com medo de descoberta Nazista

O polonês Henryk Ross era um fotojornalista que vivia e trabalhava na cidade de Lodz, um gueto que só ficava atrás do de Varsóvia, capital polonesa. Assim que os ataques Nazistas começaram, a câmera de Ross foi confiscada,  até que o fotógrafo passou a ser usado para fotografar escravamente para os nazistas.

Após um tempo, Henryk Ross passou a fotografar escondido, com ajuda de sua esposa (vigia) o dia a dia dos judeus, o registro resultou em 6mil imagens. Quando Hitler pretendia acabar com o gueto, matando todos os moradores (em 1944), Henryk (íntima) enterrou todas as fotografias e negativos. Mesmo tendo perdido metade do material por conta da umidade, valeu a pena.

Lodz foi libertada em 1945 da ocupação nazista, o fotógrafo e a esposa estavam entre os poucos menos de mil sobreviventes. Conseguindo escapar dos campos de concentração, doenças, ou simplesmente da fome.

Nem imagino o quão inspirador essas fotos não venham sendo ao longo desses anos. As fotografias, podem, sim, ser uma prova de que algo aconteceu, algo que esteve ali e não está mais. Pessoas, movimentos, mortos, imaginem um mundo sem provas, sem histórias em imagens?

Fonte: Hypenes

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