5 Desafios para superar na profissão Fotografia

Foi escolhido 5 desafios, pensando mesmo na praticidade. Claro que, não só na profissão fotografia, mas em todas as outras profissões existem milhares de desafios, que, para o profissional alcançar as metas solicitadas pelo mercado de trabalho, precisa superá-las. Quem me conhece sabe que prefiro mil vezes um outro estilo fotografia de viver , a viver dependendo do mercado. Mas, mesmo para mim, o mercado me ensina, também, a pensar (além de pagar minhas contas,claro). Foi no mercado, ou em pauta (quando trabalhava em jornal com fotojornalismo) que colocava em prática alguns ensinamentos dos meus queridos livros e pensadores, e assim, futuramente abrir a menta para meus objetivos fluírem. E dessa forma já dou a deixa para o primeiro desafio dos 5 desafios para superar na profissão fotografia:

5 Desafios
Foto: Irina Dzhul

1º dos 5 Desafios profissão fotografia

Tenha mente aberta para o mercado louco de trabalho

Cada cidade, cada região vão ter suas regras do bom viver no mercado de trabalho. Mas é sempre importante pensar global. Ex.: Estou aqui falando com você, como se você fosse único (e você é, acredite), mas eu sempre espero que eu esteja na verdade, falando com o mundo inteiro. Então minha linguagem é universal, limpa, sem muitas gírias. Da mesma forma funciona quando você for se comunicar com o seu mercado. Comunique-se com ele de forma universal, escolha uma linguagem fotográfica que você se identifique e que o seu mercado ame!

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Foto: Irina Dzhul

 2º dos 5 Desafios profissão fotografia

Esteja pronto para as redes sociais

Com certeza esse é o desafio mais comentado. Afinal, hoje em dia, não tem uma profissão criativa sequer que não se utilize das redes sociais para obter sucesso. Mas lembre-se de agregar o seu valor. O seu conteúdo linguístico vale demais na hora de publicar uma fotografia em uma rede social qualquer, por mais simples que seja, esteja pronto para falar sobre ela, para entender o que a sua fotografia fala. Sendo o desafio mais comentado, aproveito e deixo meu questionamento: Você está fazendo do jeito certo?

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Foto: Irina Dzhul

3º dos 5 Desafios profissão fotografia

Qualificar e quantificar o seu trabalho

Para qualificar e quantificar o seu trabalho é realmente algo que leva tempo. Engloba o 1º desafios desses 5 desafios aqui selecionados, além de estar disposto a se atualizar, sempre, cursos, congressos, eventos, tudo. Quantificar, especificamente, monetariamente, é uma tarefa nada fácil para os principiantes que acabaram de investir em equipamento, estão devendo aos pais (além da vida, dinheiro e moral) e querem retorno LOGO. Seja crítico com seu trabalho, mesmo você tendo estudado muito, veja quanto realmente vale o seu trabalho. Se ele não estiver dentro do nível mensurável pelos seus colegas mais experientes, é melhor ganhar prática no princípio e ir aumentando e ajustando o quanto antes para equilibrar o mercado e fazer jus a profissão. Dica: Não faça por preço de banana, acredite, ninguém pechincha quando chega num consultório médico, seja tão sério e profissional quanto um dentista!

Foto: Irina Dzhul
Foto: Irina Dzhul

4º dos 5 Desafios profissão fotografia

Aprenda a lidar com todo tipo de pessoas

Acredito que esse desafio é para a vida, como um todo. Mas como na profissão fotografia você passa o tempo inteiro convivendo com pessoas diferentes todos os dias, visitando casas, famílias, de todos os tipos. Esteja preparado para presenciar todo tipo de surpresa que pode vir acontecer em uma casa que não é a sua. Mesmo que você pretenda ter um estúdio, esteja aberto a visitas nas casas de clientes. Não só com relação à visitas, mas a convivência, intimidade. A fotografia invade uma intimidade do fotografado que só um fotógrafo entende, e para rolar a química fotográfica, tenha a mente aberta para a convivência.

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Foto: Irina Dzhul

 

5º Desafio profissão fotografia

Prepare-se para estar sempre atualizado com seu equipamento

O desafio que vem antes desse é adquirir o primeiro equipamento, Canon ou Nikon (sempre rola), mas, ainda mais desafiador, e com certeza, o desafio maior dos fotógrafos é estar atualizado com seu equipamento. Acredito sempre que o melhor equipamento é aquele que você tem, mas não deixe sua mente agir dessa forma, você terá mais qualificação no seu trabalho estando atualizado por todos os lados. É como equilibrar o corpo e a mente. Como falei no começo do post, essas não são os únicos desafios que você vai encontrar por ai, pelo mercado de trabalho do mundo da fotografia, mas, se você conseguir superar esses 5 Desafios, você supera qualquer um que vier a surgir!

Boa sorte!

 

Inspiração do post Irina Dzhul: Site Oficial

Inspiração encontrada em Cuded Website

Cursos online de Fotografia e seus avanços

Os cursos online num sentido geral, vem invadindo cada vez mais as nossas portas, e os cursos online de fotografia é uma categoria específica que venho vendo bastante em vários sites por aí. Claro, levando em consideração que muitas dessas propagandas é apenas para atrair o leitor ao conteúdo e nem sempre a qualidade desses cursos é boa, o que vale é a intenção. E para começar bem esse artigo, já deixo uma pergunta: Como aproveitar de forma positiva esses tais cursos online de fotografia?

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“a photographer” por Zuhair A. Al-Traifi

Cursos Online de Fotografia – isso não é propaganda

Ao meu ver, dependendo de qual vertente você deseja tratar a fotografia (pratica ou teoria) esses tais cursos online de fotografia podem ser positivos ou negativos. Mesmo eu não sendo o tipo de pessoa que apoia as relações virtuais no lugar das pessoais (humanista acima de tudo), dependendo do seu foco e da sua perseverança, você pode tirar um bom proveito desses tais cursos online de fotografia. Se você, assim como eu, já fez uma pesquisa no google, para matar a curiosidade usando o termo “cursos online de fotografia” então você se deparou com um vasto resultado, patrocinados e não patrocinados, mas com um bom direcionamento. O que significa que a nossa profissão está no centro do mundo, visada a investimentos inclusive online, quem não tiver muitos cursos, muitas referências, muita experiência ou até um certo dom, morre nadando contra a maré cheia de peixe (se é que me entende).

cursos online de fotografia

 

Esse meu artigo não serve para te desanimar ou coisa do tipo, mas para gerar uma discussão sobre esses cursos online de fotografia oferecidos e e que forma podemos nos aproveitar disso. Dentro dessa mesma pesquisa, o que me chamou mais a atenção (no quesito credibilidade) foi o curso online de fotografia do Senac, que eles chamam de cursos a distância. Bom, talvez isso se dê pelo fato do Senac já carregar um certo histórico tradicional em nosso país. Outro Curso online de fotografia que chamou a minha atenção foram os cursos do iPed, que demonstra ter investido nas formas de chamar a atenção e que assumem o jeito online de ser na íntegra, diferente do Senac que é uma escola presencial, mas que também oferece cursos a distância. O iPed é uma escola virtual que oferece vários cursos online, inclusive de fotografia na sua melhor forma possível. Assisti alguns vídeos e gostei até do método e linguagem. Aproveito até para responder a pergunta que indiretamente acabei gerando: Como podemos nos aproveitar de um desses cursos online de fotografia? Nesse caso do iPed, você pode realmente aprender muita coisa, principalmente teórico, afinal, é realmente importante para um fotógrafo conhecer a história da fotografia, fotógrafos renomados e etc fora a questão da teoria você pode absorver dicas para trabalhar no mercado e tutoriais para editar imagens. No caso do Senac, por ser uma escola tradicional, e como não tive acesso a video para falar dos seus métodos e linguagem, você já pode começar pensando nos certificados no caso de você já ser um fotógrafo, mas precisa ter a qualificação burocrática, afinal, a melhor escola une a prática e a teoria, não é mesmo?

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PHOTOGRAPHERS… por Azli Jamil

Antes de saírem por aí clicando nos links atrás de cursos online de fotografia vou deixar algumas dicas como guia de sobrevivência desse mercado dos Cursos online de Fotografia:

– Antes de procurar por cursos online de fotografia, procure um curso na sua cidade, presencial, afinal, você pode fazer amigos que possam ser seus futuros parceiros de trabalho, além de ver de perto os colegas da mesma profissão fotografando, o que também faz parte de um ótimo exercício;

– Se o seu objetivo for na teoria, você tem a opção de investir em bons, ótimos e excelentes livros que podem ajudar bastante no que você procura;

– Se a primeira opção nem a segunda opção, por algum motivo não se encaixam, tente procurar pelos cursos mais comentados, faça uma pesquisa de procura no mercado, e avalie os custos benefícios;

– Se o certificado não for importante, tem sempre o nosso querido youtube e outro amigo mais distante vimeo com muitos videos interessantes que podem te ajudar, dependendo de qual for a sua necessidade.

 

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Street Photographer por Algirdas Chocianas

Gostou das dicas? Então agora é só encarar e estudar! Boa Sorte!

Como se tornar um fotógrafo de moda

 

Blow-up Michelangelo Antonioni TNF

 

Uma carreira na fotografia de moda não precisa ser um sonho impossível. Três membros da industria dão à Ben Widdicombe suas dicas para quem está começando a trabalhar.

 

Com um enorme prestígio, altos salários e um glamuroso estilo de vida internacional, a fotografia de moda pode parecer uma das mais cobiçadas profiissões no mundo da moda.  Mas para cada fotógrafo de moda que entra pela porta de uma revista, mil outros encontram seu caminho na publicidade, fotografia artística, retratos de celebridades ou até mesmo como paparazzi para ganhar a vida.

A editora de fotografia da Allure Magazine Clio McNicholl, a agente de fotografia Gloria Cappelletti, e a fotógrafa de moda americana Eva Mueller concordam que se encaixar na indústria pode ser difícil. Mas eles têm algumas dicas para iniciantes sobre a criação de um portfólio, o contato com editores de revistas, a escolha da agência certa e até como ser visto em uma galeria.

 

CONSTRUINDO UM PORTFÓLIO

A ferramenta mais importante de um fotógrafo é seu portfólio, e isso é particularmente importante para iniciantes que não tem uma reputação estabelecida.

“Tendo estado em volta, eu sei como é difícil chegar até a porta”, diz a editora de fotografia Clio McNicholl, que recebe cerca de 50 portfólios não solicitados por mês. A revista Allure da Condè Nast, com uma circulação mensal de quase 900 mil exemplares, é um dos principais alvos para iniciantes que querem fazer com que seu trabalho seja visto. “Se eu não sei quem é a pessoa, peço-lhe para me enviar algum material promocional. Geralmente eu só encontro pessoas que estão vindo com uma recomendação direta de alguém que eu conheço”, diz ela.

Muitos fotógrafos acham que websites oferecem uma maneira barata de mostrar uma quantidade relativamente grande de imagens. Eva Mueller (www.evamueller.com),fotógrafa de moda e beleza nascida em Munique que vive e trabalha em Manhattan à dez anos, aponta que o portólio virtual é também um método de manter baixos os custos com impressão e encadernamento.

Mas apesar das vantagens, a maioria dos profissionais da indústria ainda precisará ver um antiquado livro antes de contratá-lo. Certamente vale a pena usar a internet como um cartão de visitas, mas é preciso ter algo a mostrar-lhes quando você for chamado para uma reunião.

Muitos fotógrafos de moda preferem uma imagem nítida e brilhante em 4 x 5″ para conseguir o melhor efeito na hora de apresentar seu trabalho. Páginas de revista (literalmente, páginas arrancadas de uma revista) são ótimas se você tiver sido publicado, contanto que de boa qualidade, impressões 8 x 10″ também estão OK. Tenha pelo menos 20 em sua pasta, e esteja preparado para deixá-las por pelo menos uma semana.

“Eu gosto de ver uma unidade ao longo de todo o livro”, diz Clio McNicholl, que diz que consegue saber através de três imagens se gosta do estilo de um fotógrafo.” Conte uma história: não necessariamente tenha todas as imagens relacionadas uma com a outra, mas eu gosto de vislumbrar algum tipo de sentido no fim de tudo e perceber que a personalidade do fotógrafo aparece é mostrada através das fotografias.”

As imagens que você escolher para apresentar em seu portfólio devem ser tematicamente ligadas ao trabalho que você está tentando fazer – still life ou fotografia de produtos, se você escolher publicidade, por exemplo. Mas também aposte em uma ou duas imagens diferentes para demonstrar sua versatilidade. Retratos são sempre uma aposta segura, pois eles tendem a ficar na mente do espectador.

Assim que estiver com seu portfólio pronto, o próximo desafio é fazer com que o editor de fotografia escolha você.

 

ESCOLHENDO UM EDITOR DE FOTOGRAFIA

“A maioria das pessoas que entram em contato comigo não fizeram uma pesquisa, o que é o maior erro do mundo.” diz Clio McNicholl. “A única grande coisa que as pessoas deveriam fazer é uma pesquisa. Elas deveriam saber o que a revista faz, e saber como elas podem empregar isso aquilo que fazem. E elas deveriam no mínimo saber o nome do editor de fotografia.”

Ao enviar o trabalho para um editor de fotografia, lembre-se de que você está “apresentando” e não “vendendo” seu trabalho. Editores quase nunca compram uma imagem específica que vêem diante deles, eles estão à procura de um fotógrafo que possa executar trabalhos no futuro. Você precisa ser persistente ao enviar seu trabalho, e cruel em editar o que você escolhe para mostrar.

A melhor maneira de chamar a atenção de um editor é mostrar trabalhos publicados anteriormente. Mas há um lado negativo. “Porque há excesso de oferta de fotógrafos, muitas revistas realmente tiram proveito desse fato”, diz Eva Mueller. “Algumas revistas têm um orçamento decente, mas muitas delas apenas cobrem suas despesas, elas não pagam pelo seu tempo, nem nada. E muitas revistas não pagam absolutamente nada.” McNicholl diz que os ordenados da Allure iniciam em US$ 350 por dia para os fotógrafos desconhecidos, até US$ 130.000 para um top fotógrafo.

A fotografia é um documento tanto quanto um artigo ou um ensaio, e os editores estão à procura de imagens concisas que comuniquem claramente uma idéia ou sentimento. Retratos de celebridades, por exemplo, devem revelar um aspecto do caráter do sujeito, de preferência que esteja em harmonia com o perfil escrito que o acompanha. As revistas femininas de todo o mundo compram centenas de imagens prontas a cada mês – normalmente de mulheres jovens se divertindo com seus namorados, fora com amigos, ou talvez deprimida em casa sozinha com seus brinquedos de pelúcia – que expressam sentimentos comumente tratados nos artigos de fundo. Se o seu trabalho fala claramente, você vai ter muito mais chance com um editor de fotografia do que com imagens vagas ou ambíguas.

Quando submeter seu trabalho, lembre-se:

– Ligue antes para a revista e pegue o nome para o qual a apresentação deve ser endereçada.  – Marque tudo com seu nome e número de telefone. – Envie impressões ou transparências, não originais. – Inclua um envelope selado e auto endereçado caso queira seu trabalho de volta.

Eva Mueller tem uma última advertência sobre como lidar com revistas: “Outra coisa ruim é não ser pago em séculos – de meses e meses e meses. Alguns clientes realmente tiram proveito do fato de existirem tantos fotógrafos por ai: eles te fazem pagar toda a sessão, alteram suas fotografias e não lhe dizem quando irão publicar o editorial. Às vezes, eles são apenas realmente desrespeitosos para com o fotógrafo ”

Existe uma maneira de evitar ter que lidar com editores de fotografia, no entanto, é ter uma agência de fotografia que faça a venda em seu nome.

 

ENCONTRANDO UMA AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA

Agências de fotografia existem para entrar em contato com os clientes e vender o trabalho dos fotógrafos em seus nomes. Eles se beneficiam todos, desde fotógrafos iniciantes, que não tem muitos contatos na indústria, a profissionais experientes, que estão ocupados demais para cuidar eles mesmos dos próprios negócios.

Gloria Cappelletti é agente da Management Artists’ Organization (MSO), em Manhattan, que representa um número de fotógrafos de moda de destaque, incluindo Stevein Klein, Michelangelo di Battista, Stefan Sedanoui e Alexei Hay.

“Primeiro de tudo, é vital ser conhecido, e uma agência está em contato diário com clientes e publicações”, diz ela. “Essa é a melhor maneira de um jovem fotógrafo ter uma ligação com o mercado, porque geralmente o fotógrafo está ocupado fazendo fotografias, e o agente está ocupado conversando com os clientes. E essa é a maneira que deve ser. Geralmente o fotógrafo não tem tempo suficiente para cuidar de tudo.”

As agências também podem voltar a vender seu trabalho em vários mercados diferentes, agindo como um mini-publicitários e dando conselhos sobre a carreira. Há tantas agências – e tantos fotógrafos – que Cappelletti diz que é importante pesquisar qual delas pode ser boa para você antes de fazer uma abordagem.

“O jovem fotógrafo tem que entender o seu alvo, nos termos de seus objetivos pessoais e da direção que o fotógrafo quer tomar”, diz ela. “Todo mundo é diferente.”

Agentes recomendam encarar seu primeiro contato com eles tão a sério como se fosse uma entrevista de emprego. Você também deve considerar se eles já representam alguém cujo estilo é significativamente semelhante ao seu – pode não haver trabalho suficiente para os dois, ou o outro fotógrafo poderia ressentir-se com competição.

As agências de fotografia não são os únicos lugares que podem vender o seu trabalho. Se você está mais interessado em se concentrar mais em sua visão pessoal do que no trabalho comercial, você também pode considerar ser representado por uma galeria de arte.

 

SELECIONANDO UMA GALERIA

Uma vez ridicularizada como curiosidade científica, sem valor artístico, a fotografia é agora uma das áreas em crescimento mais quentes no mercado internacional de arte.

Enquanto as cópias de gelatina de prata são o alimento básico de fotografia de arte, você vai encontrar um interesse saudável, tanto em fotos contemporâneas usando métodos antigos de impressão (como os daguerreótipos de Chuck Close), bem como com métodos de impressão modernos, incluindo Cibachromes e C -prints.

Como qualquer empreendimento artístico, é improvável que a fotografia artística vá lhe pagar um salário digno por muitos anos. Embora muitos artistas vendam seus trabalhos diretamente na Internet, a atenção da crítica e as vendas mais fortes vêm de um relacionamento com uma Galeria. Embora haja agora pelo menos uma galeria de fotografia na maioria das grandes cidades, o centro do mercado de arte fotográfica mundial é Nova York. Manhattan possui cerca de 100 galerias que tratam de impressões fotográficas, e os preços tendem a ser maiores. Uma lista detalhada de Nova York e das galerias internacionais está disponível nos sites do guia bimestral Photograph, bem como da Association of International Photography Art Dealers.

Antes de abordar qualquer galeria com seu trabalho, você deve telefonar e solicitar detalhes de sua política de submissões. Muitas galerias recebem novos trabalhos apenas a determinadas épocas do ano, e até mesmo para chegar à porta de alguns lugares você vai precisar da recomendação de alguém conhecido dos diretores da galeria. (Às vezes ajuda a soltar o nome de um conhecido crítico ou diretor de museu, mesmo que sua conexão com eles seja tênue.)

Se uma galeria está interessada em lhe representar como artista, eles provavelmente irão querer uma amostra representativa de seu trabalho. Mesmo se você tiver uma ou duas imagens incríveis em seu portfólio, a galeria vai querer saber se você tem um corpo maduro de trabalho com um padrão consistente. Lembre-se que muitos artistas se juntam a uma galeria simplesmente por ter seu trabalho mantido num inventário, onde será mostrado para colecionadores específicos, em vez de ter uma exposição pública. A nem todo mundo é oferecido uma exposição individual.

A coisa mais importante para se lembrar sobre como trabalhar com uma galeria é em manter uma relação de negócios adequada. Cada impressão que você fornece para uma galeria deve ser inventariada por você – e não por eles – e você deve entender quando e como você pode esperar o pagamento no caso de uma venda. O padrão da indústria é que o artista recebe 50% do preço de varejo de uma fotografia.

Você também deve discutir se é livre para ter relações com outras galerias, ou se a sua galeria espera exclusividade. Se você é representado por uma galeria de Nova York, por exemplo, mas, em seguida, organiza uma exposição em Los Angeles, por vezes, a galeria de Nova York vai esperar um corte (normalmente 10%). No entanto, em troca disto, espera-se que esta lide com os detalhes, como papelada e transporte. Cada relação entre artista e galeria é única, e você deve obter, tanto quanto possível, por escrito, no início.

 

ENTENDENDO O NEGÓCIO

Infelizmente, não é o suficiente para um designer ser criativo, você também tem de ter algum sentido para os negócios. Como a moda fica mais e mais corporativa, é importante estar ciente do clima de negócios e entender a mecânica por trás dele. Lendo religiosamente jornais comerciais como “Women’s Wear Daily” você terá um monte de informações valiosas. Se você deseja ter a sua própria empresa, você precisa ser extremamente organizado e aprender pelo menos o básico sobre economia. Muitas escolas de moda estão atualmente aumentando a carga horária de aulas sobre negócios em seus currículos. “Nossos alunos tem que ser inteligentes o suficiente para saber como negociar um contrato, ou para escolher um parceiro de negócios”, diz Carol Mongo. Isto quer dizer, talvez, que muitos dos designers realmente bem sucedidos hoje, como Calvin Klein ou Tom Ford, estão envolvidos em todos os aspectos do negócio – de estratégias de licenciamento para as campanhas publicitárias ao desenho do vestuário.

 

Publicado originalmente por Ben Widdicombe, via FASHIONET

 

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Aprenda a escolher o equipamento fotográfico ideal para você

Como já comentei muito por aqui, muitos sempre me perguntam por sugestões de equipamentos, qual comprar, onde comprar, Canon ou Nikon, etc., então decidi ajudar de forma diferente, que tal você mesmo aprender como escolher o equipamento fotográfico ideal para você? Que tal, você entrar em uma loja e saber exatamente que funções olhar para identificar se o equipamento é bom mesmo?

Fiz uma seleção de 5 coisas que você precisa saber para escolher o equipamento certo pra você! 10 era um número grande, 5 é uma média, ímpar e fechada, dá certinho para identificar as principais características de um equipamento bacana para começar sua carreira de fotógrafo.

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A primeira coisa, sem dúvida que você precisa saber para escolher o seu equipamento é quanto você pretende gastar, nessa primeira etapa, você elimina de cara várias opções. Mesmo a principal característica dos equipamentos fotográficos sendo justamente o preço elevado, hoje em dia, com tantas opções de compras, revendedores, variedades, podemos encontrar equipamentos bons em conta principalmente para quem está começando. Então, estabelecido um valor máximo ou médio de compra, a sua busca se restringe e ajuda na escolha. O que vale lembrar, que, se você tem dúvidas se quer ou não seguir a carreira, tem medo de investir alto, busque outra profissão, essa é uma carreira nada fácil, nada barata e que nos traz alguns degraus a serem alcançados e você não vai conseguir ganhar dinheiro alto de um mês pro outro. O principal dessa profissão é fazer por prazer, o resultado é lucro. Pense nisso.

2

Após definir o valor que está disposto a investir, vem a marca. Qual marca escolher, como escolher. Canon ou Nikon? Sou usuária de Nikon, mas se fosse escrever esse mesmo tópico ha 7 meses, eu iria puxar mais o saco da minha marca querida, mas no meu trabalho, uso Canon, e isso mudou um pouco as coisas.  Procure saber onde tem a autorizada das marcas, qual a mais perto da sua casa, vá em uma loja e peça para ver o menu, tente manusear os menus das marcas que pretende comprar. A sony e bem parecida com a Nikon, a Canon é mais complexa e a Leica é autêntica. E cito essas quatro marcas que são as mais comuns, mas existem outras no mercado, se aparecer alguma nova pra você, pesquisa antes a sua história, wkipédia está aí para essas coisas. Com preço definido e marcas definidas, você já fechou seu circulo de escolhas.

3

Megapixel e Sensor. Duas características que andam juntas e que precisam ser avaliadas. Não busque números altos, busque a qualidade desses números, muitas vezes o megapixel é 12, 18, mas o Sensor é firme e rápido, qualificando o ponto pixel. Geralmente, nas câmeras DSLR (que são essas câmeras digitais que mudam as lentes, semi-profissionais), o sensor é o CMOS, o que já qualifica o píxel, então no caso de uma Canon Rebel T3i com 18MP e o sensor AP-S CMOS, a qualidade já valeu a pena. Mas, se a palavrinha Full Frame aparecer, a qualidade é ainda melhor (ruído menor, maior ângulo em lentes equivalentes, fora a qualidade do sensor e pinxel).

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Acessibilidade. Após escolher valor, marca e sensor, você já pode saber se a sua câmera tem uma boa compatibilidade com lentes, com cartões e até com a internet. Esse conhecimento é de muita valia, porque se você escolher comprar uma câmera full frame, nem todas as lentes da mesma marca serão acessíveis, dependendo do modelo, que também vai depender do valor que você quer pagar. Nem toda câmera aceita os cartões SD, opite por esta opção, pois são cartões que entram facilmente nos computadores, fácil de encontrar leitoras e mais em conta. Quanto a função para acesso a internet, é uma função a parte, apenas se for algo que for fazer a diferença no trabalho que você pretende fazer.

5

Ainda existem muitas funções que poderíamos explorar, mas por hoje vamos ficar apenas com cinco, finalizando com as características extras que podem ser interessante para o seu uso. Por exemplo, no meu caso, me interesso pela quantidade de pontos focais e a função vídeo. Os trabalhos que faço autoral, me ajudam na dinâmica do meu trabalho. Ter entrada para dois cartões também é importante para mim. Se for o caso de escolher uma câmera Nikon, escolha as câmeras que tem o fx em suas características, que ajudam a reduzir o ruído.

Acho que com essas cinco dicas, você pode escolher perfeitamente sua câmera ideal. Se for o caso de ter mais alguma dúvida, mande para gente na aba contato, responderei assim que possível.

The Kodak Camera

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O primeiro grande impulso em direção à popularização da fotografia se dá ainda em 1888 com o lançamento da câmera Kodak, primeira câmera portátil de baixo custo à US$ 25 (US$ 600, hoje). A Kodak vinha carregada com um rolo de 100 exposições que possibilitavam imagens circulares de 6,5 cm de diâmetro, e deveria ser enviado de volta à Eastman-Kodak Co. aonde era revelado, ampliado e devolvido pelo correio junto com um novo rolo de filme. A primeira Kodak é sempre lembrada por seu slogan “Você aperta o botão e nós fazemos o resto”.

George Eastman queria simplificar a fotografia e fazê-la acessível a todos, e não só a profissionais treinados e endinheirados. Fotografar em 1800 era trabalho para aristocratas e burgueses que dispunham de muito dinheiro para bancar os altos custos de um equipamento fotográfico grande e complexo, e de tempo para aprender a manusear a câmera e desvendar os complicados processos químicos envolvidos na revelação de chapas.

Após anos de pesquisas, Eastman desenvolveu um filme transparente e flexível em rolos, o que além de possibilitar a Kodak n˚1, fez com que fosse possível a criação da camêra filmadora de Thomas Edson em 1891.

A Kodak funcionava de maneira simples, o fotógrafo só precisava rodar o filme, abrir o disparador mirar o motivo (a Kodak n˚1 ainda não tinha um Viewfinder) e apertar um botão.

A Eastman Kodak Co. foi fundada em 1888 em Rochester, NY, mesmo ano do lançamento da Kodak Camera. George Eastman também foi pioneiro na publicidade, lançando mão de inúmeras campanhas e anúncios em jornais, revistas e outdoors.

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A Kodak n°1 possibilitou a muita gente o acesso à prática fotográfica, a pessoas sem nenhum conhecimento técnico ou estético, tão simples era seu uso, e, estima-se, apenas dez anos após seu lançamento que 1,5 milhão de câmeras estariam nas mão destes fotógrafos amadores.¹
Suas especificações2 eram:
  • type: box camera
  • Manufacturer: Kodak
  • Years of production: 1888-1889 (Kodak); 1889-1895 (Kodak No.1)
  • price: US$25 (quite expensive at that time)
  • Films: paper film rolls – changed by manufacturer, alternate loading with transparent film (only Kodak No. 1)
  • Lens: Bausch & Lomb 57mm f/9 Rapid Rectilinear wide angle lens
  • Shutter: string set; cylindrical (Kodak), rotary sector shutter (Kodak No.1)
  • Weight: 900 g
  • Dimensions: 8.3×9.6×16.5cm
A Kodak foi também a primeira empresa a desenvolver uma câmera digital, ainda em 1975.3 Infelizmente, a ideia de fotografar sem filme não agradou a maior fabricante de filmes e câmeras analógicas do mundo, que nessa época detinha 90% do mercado de filmes e 85% da venda de câmeras nos Estados Unidos.
A demora a investir na câmera digital fez com que a Eastman Kodak Co. gradativamente perdesse relevância no mercado desde então. Em 19 de janeiro de 2012 a companhia entrou com um pedido de concordata, deixou de fabricar câmeras amadoras e profissionais e, um ano e meio depois, anunciou que se transformaria numa empresa focada em tecnologia de imagem voltada para empresas.
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Todo(a) fotógrafo(a) que se preza carrega consigo uma 50mm

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Assim que compramos nossas câmeras, sempre vem aquela pergunta “e agora?, qual lente comprar?” Lembre-se sempre dessa frase: A tal da cinquentinha tem o seu valor na hora de uma produção (seja ela qual for). Portanto, a primeira lente que devemos comprar após adquirir a primeira câmera (ou no caso de mudar de marca) é a 50mm. A luz e a qualidade são bem diferentes. Confesso que demorei para comprar a minha por N motivos, e quando finalmente comprei, sim, me apaixonei. Já testei em algumas situações, mas os melhores resultados, são sempre os dos retratos.

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O que a lente 50mm ser tão especial?

Basicamente, a quantidade de “vidros” dentro do corpo da lente. É o que faz da lente ser “fixa”, sem zoom, portanto com uma única distância (o fotógrafo que deve se movimentar para frente e para traz para encontrar a distância desejada), o que nunca vai ser um problema para determinadas situações.

Por ser fixa, acaba sendo clara, tendo aberturas com 1.4, e 1.8. A abertura 1.8 (a minha, no caso) é super barata (A Nikon é mais cara, chega a R$ 500,00) e acessível e já é bem clara. A de abertura 1.4 quase dobra o valor de compra, mas se você poder, acho válido. A vantagem de ser uma lente clara é que você não vai precisar de um flash, e a noite, você também pode usar em algumas situações sem o flash dedicado e com uma ótima profundidade de campo.

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Quais profissionais gostariam de ter uma cinquentinha?

Para as blogueiras de moda, essa lente é ótima escolha na hora da produção do famoso look do dia, principalmente nos detalhes dos acessórios e sapatos. Outros profissionais que não podem deixar de ter uma cinquentinha são os profissionais da culinária, principalmente Food Stylist, por conta do desfoque lindo que essa lente dá, as comidas ficam com uma linda textura e sensação 3D.

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Onde comprar?

Alguns sites brasileiros vendem a lente e tudo vai depender da sua necessidade. A minha adquiri na Bellaphoto por conta do uso do cartão, parcelamento e frete era grátis. Em outros sites como Consigo, Angelfoto, FotoDHM, e outros, ou não parcelavam, ou não davam o frete grátis, ou outro motivos que não me agradavam, mas todos esses são de confiança.

Outros artigos relacionados estão na lista das dúvidas dos nossos queridos leitores, e já estão prestes a serem publicados. Aguardem.

Metadados – O quê? Porquê? Pra quê?

Nessa minha nova saga como fotojornalista (repórter fotográfica), no jornal em que estou trabalhando tive a oportunidade de fazer alguns cursos e treinamentos, aconteceu que a empresa toda estava passando por um momento de mudanças, mudanças significativas tanto para ela, como para os usuários dessas mudanças (nós, fotógrafos).

Um desses cursos/mudanças, foi o tal do Metadados. Se eu ainda fosse somente freelancer, talvez eu demoraria um pouco mais para entender/pesquisar para quê serve e porque usar. E foi refletindo sobre isso que pensei o quanto valioso são os Metadados para um profissional autônomo da fotografia.

Metadados são dados armazenados no conjunto de um arquivo de imagem. Dados que só podem ser alterados pelo autor do arquivo. Dados que são de grande valia para quem quer resguardar seus direitos autorais de imagem.

Todos sabem que é super difícil, nos dias de hoje, fazer registro de imagem, de logos, de patentes. E precisamos ficar divulgando (principalmente na internet) nosso trabalho o tempo inteiro quase que instantaneamente, afinal, quem não é visto, não é lembrado. E a melhor forma de se manter seguro contra os usuários antiéticos das redes sociais é usando corretamente os metadados.

Primeiro, dê uma olha nas configurações de sua câmera, seu nome e data estão corretos? Depois disso, vamos a melhor forma que tem para usar os metadados, que  é usando o lightroom: Ainda ao importar, após concluir a ação, você tem ao lado direito uma serie de campos a preencher dentro da aba Metadados.  Lá, você encontra uma caixinha ao lado do nome Metadados, com alguns estilos de metadados, o mais correto é usar EXIF e IPTC, que significa que você estará importando os dados da sua câmera e complementando alí, no lightroom.

helosaaraujo-lightroom-metadadosLogo de cara, ajuste suas predefinições e crie um estilo Metadados de acordo com as suas necessidades.

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Após preencher com tudo o que você acha interessante e importante para o que você faz com suas fotografias, você salva como uma nova predefinição com seu lindo nome de guerra e that’s it! Para onde suas fotografias forem, seus dados, seu nome, seus créditos irão. Vale ressaltar que vale a pena usar o lightroom por completo e fazer o serviço todo por completo. Nem sempre aprender a ser profissional da fotografia é só treinar o olhar, temos que aprender a usar as ferramentas.

 

Fotografia como profissão

Profissão fotografia TNF

É muito comum a fotografia ser confundida com arte. Muito embora alguns ‘artistas’ usem a fotografia como suporte, a fotografia como profissão é antes de tudo uma profissão criativa, e não artística. Tendo como princípio que o fazer arte supõe a criação espontânea do objeto artístico de acordo com a própria vontade do autor, a fotografia se trata de encontrar uma solução criativa para uma demanda imposta por outrem. Mas vai muito além disso.

O maior problema é que a palavra ‘arte’ carrega consigo uma aura de objeto divino e transforma tudo que está a ela associado em objeto igualmente divino, único e avesso à crítica. A arte produz medo nas pessoas. Elas temem serem avaliadas como ignorantes por não compreenderem algo que claramente ninguém compreende. O que é arte então? De um modo extremamente amplo, arte é tudo aquilo que é aceito pelo sistema da arte, ou mercado da arte.

Vincent Van Gogh viveu toda sua vida no ostracismo, incapaz de custear sua própria subsistência sendo financiado por seu irmão Theo até sua morte por suicídio em 1890. Em 1901, no entanto, suas telas foram expostas em Paris e hoje valem perto de cem milhões de dólares. Se Van Gogh nunca tivesse sido reconhecido como artista pelo mercado da arte, a despeito de suas habilidades técnicas e estéticas, teria sido tão somente um simples pintor. Van Gogh serve claramente como exemplo fazendo notar que arte nada mais é do que aquilo em que as pessoas em geral foram convencidas por alguém de que é arte. Hoje, devido principalmente a Marcel Duchamp e Andy Warhol, pode ser qualquer coisa.

A fotografia sempre foi aceita e praticada por muitos artistas, mesmo quando era duramente criticada. Degas, Cézanne, Gauguin, Toulouse-Lautrec e o próprio Van Gogh utilizavam a fotografia a despeito de modelos vivos como base para suas pinturas. E logo depois vieram Stieglitz, Strand, Moholy-Nagy e Rodchenko que usaram da fotografia como suporte. A fotografia vista e alardeada é esta de intenções artísticas, que está em museus, galerias, jornais e TV. É aquela fotografia praticada por amantes e entusiastas da fotografia, quando não tem a intenção de ser memória. Talvez se deva a isso confusão.

Não obstante, a construção fotográfica de qualquer tipo utiliza, ou deveria utilizar, conceitos emprestados da construção artística, da construção pictórica exatamente, como a plástica, a estética, a composição cromática, etc.

Fotografia não é arte

Minha intenção é esclarecer os aspirantes a fotógrafo que hoje vasculham a internet em busca de dicas de fotografia, cursos ou workshops como eu um dia já fiz e que cometem o erro de pensar que a fotografia é uma profissão que envolve apenas criatividade, erro que eu um dia também cometi, e acredito que muitas pessoas o fizeram e fazem.

Acreditem quando digo que fotografar é o que um fotógrafo profissional menos faz.

Um fotógrafo profissional é empresário, administrador, gestor e produtor. Ele é o dono da empresa, o presidente, o administrador, o responsável pelo marketing, o gerente de RH, o departamento financeiro, além de ser o fotógrafo, o editor de imagens e o SAC da empresa que é e se constitui dele próprio.

Ainda, porque tem mais, o fotógrafo profissional tem de estudar a fotografia, tem de estar atualizado ao que acontece no mundo fotográfico, ir a eventos, reuniões, almoços. Tem de comprar equipamentos, gerenciar o próprio estúdio.

E é bom que ainda sobre algum tempo pra própria vida. Admiro muito aquele fotógrafo que quando não está trabalhando está fotografando. Acho que é mito. Eu, particularmente, não quero nem saber de fotografia a esta altura.

Portanto, você que pensa em se tornar fotógrafo no futuro saiba que amor à fotografia é importante, mas não é suficiente. Pra viver de fotografia você terá que gostar de administração, de marketing, de conversar e conhecer pessoas. Terá que se acostumar com dores na coluna, dores de cabeça, estresse. Com muitos emails não respondidos, muitas decepções, muitos fracassos. Eu amo o que faço, mesmo assim. Se você acha que é capaz de amar também, boa sorte.

Conheça o grande poder das legendas

Se você parar para pensar convivemos com as legendas em todos os momentos de nossas vidas, principalmente na fotografia. Para a história da fotografia a legenda já teve várias e várias utilidades, formas, regras e objetivos. Hoje elas simplesmente existem e muitas vezes muitos nem dão conta.

Após uma boa evolução significativa da fotografia (juntamente com a evolução do digital, tecnológico e internet), acredita-se que sim, uma fotografia sempre pode comunicar mais do que mil palavras, independente de sua categoria, composição, estilo, uma imagem é um meio de comunicação por ele mesmo, capaz de ser interpretado, entendido e desmistificado.

Como pesquisadora e fotógrafa, posso afirmar que para uma boa legenda, o mistério é o melhor aliado. Já que a fotografia pode se comunicar, vamos deixa-la fazer o seu papel adicionando apenas uma legenda-título com a menor quantidade de palavras possível, e se não souber com escreve-la, deixe-a sem. Não, não pretendo montar um tutorial de como escrever uma legenda perfeita, até porque (apesar de exigir sempre uma legenda ideal) apenas o autor da fotografia vai saber criar de forma sucinta a legenda de forma apropriada.

Uma boa legenda pode passar todos os sentimentos, ou melhor, uma noção dos sentimentos e emoções que uma boa fotografia pode passar. Mas, assim como um título, cada legenda segue de acordo com a sua obra maior. O fotógrafo Elliot Erwitt possui grandes trabalhos ao redor de todo o mundo, portanto, resolveu legendar as suas fotografias com nomes de cidades, países, datas, e situação.

USA. 1988. New York City. The Metropolitan Museum of Art.
USA. 1988. New York City. The Metropolitan Museum of Art.

Em todo meio de comunicação, existe um elo entre o narrativo e os seus elementos, neste caso, a legenda faz perfeitamente um papel de elo, servindo como ponte para um possível entrosamento do espectador e a narração imagética. Além disso, a capacidade de um pesquisador de ler (de forma apropriada) uma legenda, já pode ajudar bastante no âmbito de suas pesquisas. E é dessa forma que aqui deixo minha dica: Colhe sempre a maior quantidade possível de informação sobre uma fotografia, associando sempre com sua legenda, antes de concluir uma interpretação. Vai fazer toda a diferença em suas pesquisas.

Montando um Portfolio

Depois de estudar, estudar, estudar e estudar mais um pouco (porque fotografia não é fácil, meus queridos), quando você já definiu seu público alvo e sabe aonde encontrá-lo é a hora de se apresentar, de se fazer notar. Na fotografia não existe currículo, esqueçam todas as dicas de “como montar um currículo perfeito”, pois o que importa aqui é o que você sabe fazer com uma câmera e é o seu portfolio quem vai dizer isto. Não o subestimem. Sejamos honestos, salvo os bem nascidos, fotógrafo iniciante não tem dinheiro, e temos consciência de que um bom portfolio impresso custa muito caro. Se você escolher esta opção, tenha em mente que irá despender um bom montante de dinheiro. E qual a vantagem? Um portfolio impresso é sempre um portfolio impresso, é tátil e justamente por isso, mais impactante. Já um portfolio online tem o atrativo de ser versátil e gratuito. O ideal é ter os dois.

É muito importante perder tempo montando um portfolio. Tenha em mente seu público alvo o tempo inteiro e escolha suas fotografias de acordo com isso, mas somente as melhores fotografias. Não hesite em deixar de fora aquela fotografia que, em sua opinião, ficou quase boa. O quase não cabe em um bom portfolio. Tenha uma seleção de fotografias pequena, se for o caso, mas impecável, e demonstre que você tem absoluta consciência do seu nível de aprendizado. Esta tarefa envolve subjetividade e por isso é importante perder tempo, entre aqueles milhares de trabalhos que você ainda não tem pra entregar, reserve um tempo pra se dedicar a isto, demore uma semana, duas, um mês, mas tenha a certeza de que você escolheu o seu melhor.

Ter contato com outros portfolios ajuda muito na hora de definir como será o seu, então pesquise o trabalho de outros profissionais e atente a como layout é desenvolvido, a apresentação das imagens e o acabamento, o tipo de impressão e as cores. É importante porém manter a simplicidade, e selecionar elementos relevantes, a fim de torna-lo claro e objetivo. Menos é mais, neste caso, principalmente em um portfolio online, deixe tudo bem organizado, seu cliente deve chegar às suas fotos com um ou dois cliques, no máximo.

No caso de um portfolio impresso, seja sucinto, de uma amostra pequena do seu trabalho, só as melhores fotos. Se quiser, faça uma divisão entre temas: editoriais, comerciais, autorais, etc, mas procure inserir não mais que 35 fotografias porque hoje, correndo como estamos, ninguém tem tempo de ver mais que isso, por melhor que seja o trabalho. É um número ideal que mostra o que se pode esperar do seu trabalho e isto já é o suficiente. Um portfolio online comporta um número maior de imagens, desde que estejam facilmente acessíveis, mas não exagere. Atente que na maioria dos portfolios online há um espaço “sobre” ou “about” que não é indispensável mas, é interessante contar um pouco sobre sua carreira e com quem já trabalhou e, se estiver começando e ainda não tiver experiências pra contar, é bom escrever sua visão sobre a fotografia e falar sobre seus objetivos. E aqui também seja sucinto.

Depois do seu trabalho, a parte mais importante de um portfolio é o contato, lembre-se de deixar esta parte visível e destacada, por motivos óbvios é importante que seu cliente possa entrar em contato com você de maneira fácil e rápida caso ele queira.

Não usem sites do tipo flickr como portfolio. Hoje existem sites gratuitos e distintos para apresentar um trabalho como o wix, carbonmade, basekit ou Krop, onde é possível criar um site mesmo sem ter muitos conhecimentos sobre design e conectar seu próprio domínio. Um domínio é recomendável pois torna seu site mais profissional, todavia requer certo investimento que, se você esta em início de carreira, por vezes é dispensável.

O que vai definir a melhor maneira de se apresentar e a melhor ferramenta para tal é seu público alvo, nunca se esqueça dele. O que foi dito são conselhos e não verdades absolutas, portanto sintam-se livres para desconsiderar tudo o que foi escrito neste post, e adaptem estas sugestões às suas realidades e tornem seus portfolios os mais autênticos possíveis.

Bibliografia recomendada

Me admira e espanta os livros sobre fotografia e teoria da imagem serem escritos em sua grande maioria por não-fotógrafos. Isso me faz pensar em possibilidades: seria a maioria dos fotógrafos, desinteressados? Ou fotografar toma tempo suficiente para esgotar qualquer possibilidade de atividade paralela? De qualquer forma, será que a internet da conta de proporcionar o conhecimento mesmo da literatura fotográfica? Disso eu duvido. A internet dispõe de milhares de tópicos sobre fotografia, da técnica a teoria, mas carece de profundidade. E não me excetuo. Porém é preciso aprofundar certos assuntos para chegar a compreensão necessária dos mesmos e este modo ultrapassado de comunicação, os livros, ainda são uma fonte incomparável de conhecimento.

Os mais letrados devem dar por falta de livros importantes como “Teoria da Caixa Preta” de Vilem Flusser, “O Fotográfico” de Rosalind Krauss ou “Fotografia Como Arte Contemporânea” de Charlotte Cotton, a extensa bibliografia de Boris Kosoy, etc, portanto, advirto-lhes que não os li embora os tenha em mente. A intenção é, a medida que o tempo e a vista permitirem, acrescentar itens a este artigo.

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CAPA, Robert – Ligeiramente Fora de Foco

Cosacnaify, R$ 69,00

Robert Capa mesmo, narra a guerra. Mas não só, muito pelo contrário. Com prosa fluente e profundo sentimento fala sobre a segunda guerra, sobre seus amores e relacionamentos com Ingrid Bergman, John Steinbeck e Ernest Hemingway e, claro, sobre fotografia. O livro ainda é ilustrado com suas imagens “ligeiramente fora de foco, um pouco sub-expostas e a composição não é nenhuma obra de arte”, segundo o próprio.

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BERGMAN, Ingmar – Imagens

Martins Editora, ESGOTADO

O cineasta sueco retrata nesta fotobiografia o íntimo de sua criação artística, suas lembranças e fantasias, seu processo até a montagem de um filme, e pontuado por temas recorrentes em seus filmes como a mortalidade, solidão e fé, incluindo trechos de argumentos e roteiros e como o título sugere, imagens, sejam fotografias casuais do set, os atores ou screenplays de seus filmes ou em alguns momentos de sua vida privada.

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ARGAN, Giulio Carlo – Arte Moderna

Companhia das Letras, R$ 199,00

Livro indispensável sobre arte moderna, Argan demonstra uma prosa segura e crítica de quem tem autoridade no assunto, didática e coesa, nos leva do classicismo à pop-arte com grande ênfase no período das vanguardas, disserta sobre pintura, escultura, arquitetura e urbanismo e fundamenta o contexto socio-político das diversas épocas. Ao final de cada capítulo, obras selecionadas são analisadas estética, socio-política e conceitualmente. Não da à fotografia espaço maior do que duas páginas, infelizmente.

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ARNHEIN, Rudolf – Arte e Percepção Visual

Cengage Learning, R$ 117,90

Considerado essencial no estudo das artes, em Arte e Percepção Visual, Arnhein se preocupa em esmiuçar os conceitos da psicologia por trás da visão criadora e receptiva, apresentando conceitos como cor, contraste, configuração, dinâmica, entre outros, que permitem ao artista construir uma obra coesa, sempre fundamentado com exemplos e pesquisas. Sua prosa não é a mais fluente e requer intimidade com publicações do gênero, além disso, seu foco recai principalmente sobre a pintura, embora vez ou outra fale de fotografia, cinema, dança, teatro ou música, porém, é obrigatório quando se pensa em composição.

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SONTAG, Susan – Sobre Fotografia

Companhia das Letras, R$ 50,00

Absolutamente necessário. A escritora e crítica-literária Susan Sontag aborda a fotografia de ângulos diversos, do político-social, filosófico, histórico e crítico, faz um panorama da fotografia no século XX demonstrando seus usos, significados e símbolos. Um livro atemporal à medida em que a fotografia se torna hábito social cotidiano no mundo contemporâneo, Sontag nos da os meios para entende-la como fenômeno e como expressão.

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FABRIS, Annateresa – O Desafio do Olhar

WMF Martins Fontes, R$ 52,30

Tendo feito extensa pesquisa em várias partes do mundo, Annateresa apresenta um livro rico em informações históricas onde apresenta a relação entre fotografia e artes plásticas desde meados do século XIX, discorre sobre o pictorialismo, o futurismo e a fotografia fotodinâmica, a raiografia de Man Ray e os experimentos de Moholy-Nagy, a fotomontagem soviética. Sua leitura requer uma introdução e familiaridade com a história da arte e, tendo-a, transforma-se numa experiência inspiradora.

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BARTHES, Roland – A Câmara Clara

Nova Fronteira, ESGOTADO

Escritor, sociólogo, crítico literário, semiólogo e filósofo, Barthes fala da fotografia de forma ingênua e de um ponto de vista muito pessoal e limitado em amplitude, o que de forma alguma furta-lhe o mérito dos conceitos abordados em seu último livro. Apesar do currículo que sugere ininteligibilidade, o autor apresenta uma prosa fluente e de fácil compreensão como num diálogo, e para além dos termos studium e punctum, a leitura leva a refletir sobre a alma da fotografia ou como diz o autor “na busca pelo que há por trás do papel fotográfico”.

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SARTRE, Jean-Paul – A Imaginação

L&PM Pocket, R$ 16,00

Expressamente não recomendado para quem não estiver afinado com a filosofia existencialista (como eu, que ainda não o terminei!), é uma leitura incrívelmente complexa, mas promissora. Vou me limitar aqui a citar a descrição do site da editora L&PM: “Os conceitos apresentados pelo jovem Sartre são embriões de um novo pensamento. Em A imaginação, o autor levanta as contradições intrínsecas ao conceito de imagem, sobre o costume de se pensar a natureza da imagem a partir de uma experiência reflexiva. Já na introdução, Sartre mostra que uma folha em branco não é apenas uma folha em branco. O filósofo propõe uma teoria única para analisar a imagem sem renegar estudos anteriores, observando de que maneira grandes filósofos como Descartes, Leibniz, Hume e Spinoza pensaram esse conceito.”

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SCHOPENHAUER, Arthur – Metafísica do Belo

Editora UNESP, R$ 38,00

Schopenhauer antecipou o funcionamento da retina e a teoria da cor, influenciou o pensamento de Nietzsche, a literatura de Machado de Assis e a psicanálise de Freud, esteve a margem da filosofia durante quase toda a vida e hoje é considerado um dos filósofos fundamentais. Neste livro, “investiga a essência íntima da beleza, tanto em relação ao sujeito, que possui a sensação do belo, quanto em relação ao objeto, que o ocasiona. O belo é visto, então, como uma possibilidade de transcender momentaneamente a constante opressão da vida orgânica e social, invariavelmente pressionada por necessidades sem fim”. O filósofo expõe seus pensamentos com extrema clareza porém, na forma mais culta da linguagem, o que dificulta a compreensão, possui em sua obra reverberações da filosofia Kantiana e Índiana e requer alguma intimidade com estes conceitos, de qualquer forma, é uma leitura altamente instrutiva.

Introdução a Fotografia [parte IV] – Modos e funções das câmeras fotográficas I

Por vezes comentamos por aqui que muitos ainda usam a câmera no AUTO por não entender muito bem as funções da própria câmera. Tudo bem, a gente entende, o tempo é corrido e como estamos falando dos fotógrafos não profissionais (creio eu), está tudo ok. A questão é que eu percebi que um dos motivos pelo qual essas pessoas usam a câmera no automático é justamente por não saberem o que significa exatamente aquele disco de funções localizada no topo da câmera. Hoje vamos conhecê-los um pouquinho mais! 😉

Nós sabemos que esses modos que facilitam na hora do click se você não souber usar, atrapalha demais. Até mesmo os mais profissionais lembram da primeira vez que pegaram em uma câmera cheia de funções e sentiu perdido sem saber que modo usar.  O que ajuda, primeiramente é saber que, existe o modo AUTO (automático), o modo M (manual) e os outros vários modos (que vai variar de acordo com o seu equipamento) estarão pré dispostos com algumas funções automáticas e outras manuais, tudo de acordo com a sua necessidade.

Ou seja, não adianta escolher “na doida” que não vai rolar (a não ser na sorte), porque esses modos contam com uma determinada luz e velocidade para “funcionarem” direito (espero estar sendo clara), e se você não perceber o que se passa ao seu redor (luz e velocidade) e não entender esses modos da sua câmera, pode ficar difícil.

Então, vamos aos modos!

Os modos mais conhecidos (que em quase toda câmera tem, ou deveria ter) são: P, S, A, M, AUTO – Que significam respectivamente: Programação Automática, AUTO com prioridade ao obturador, AUTO com prioridade à abertura, Manual, Totalmente Automático.

Programação Automática: Quando essa opção é escolhida a sua câmera escolhe a melhor abertura e velocidade do diafragma e obturador para uma melhor exposição e equalização de luz. Mas essa informação você encontra no manual da sua câmera. Vamos entender quando escolher essa opção:

  •  Melhor opção para quando estiver em ambientes fechados com pouca luz, e não souber o que fazer;
  •  Quando a opção AUTO for escolhida e a imagem ficar muito carregada (iluminada).

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AUTO com prioridade ao obturador: Já nessa opção você tem a possibilidade de brincar com a velocidade da imagem. A câmera vai escolher a melhor abertura, e o obturador fica por sua conta. Quando escolher:

  • Para aqueles que querem mais criatividade e movimentos em suas fotografias como: congelar e desfocar movimentos;
  • A água é sempre uma boa opção para esta função. Se quiser fotografar uma cachoeira, provavelmente estará em um ambiente externo, pela manhã. Nesse caso, usando essa função, a água pode dar um ótimo efeito em suas imagens.

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AUTO com prioridade à abertura: Essa é o oposto do modo anterior. Mas, apesar se serem opostas, são usadas para a mesma função: Controlar movimento. Você fica encarregado com a seleção da melhor abertura, dessa vez. E a câmera, cuida da velocidade. Quando usar:

  • Naqueles momentos esportivos (jogos do seu filho, por exemplo) que você não sabe o que fazer com a câmera. Com essa função, ela te ajuda a focar aquilo que está em movimento. E o fundo fica desfocado, igual nas fotografias dos jornais.
  • Ótima função para fotografar crianças, que geralmente estão em movimento.

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MANUAL:  Não tenho muito o que falar desse modo. Você simplesmente terá total controle de sua câmera. Aproveite para testá-la sempre que possível. Calcular ISO, abertura, velocidade, WB, além de ângulos e composições pode ser uma aventura e tanto para iniciantes.

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AUTO: Essa, todos nós conhecemos muito bem: TUDO em modo AUTOmático! É escolher e clicar. MAS, tanto com câmeras compactas como em câmeras DSLRs, a câmera pode abrir um mecanismo que talvez não seja desejável naquele momento:  Flash. Que muitas vezes, quando  você quer fazer aquela foto de forma diferente (e na maioria dessas vezes, é por conta da luz natural), o flash aparece e acaba com a luz natural inteirinha. E agora, nós voltamos lá pro começo do meu texto: Por isso, muitos querem aprender a usar as funções da própria câmera.

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Dividi esse artigo em dois. As outras funções/modos mais específicos, como o modo retrato, a gente discute segunda que vem, ok?

Tenha uma ótima semana! 😉