Madonna é capa da revista Interview de Dezembro

Ninguém menos, ninguém a mais que Madonna para estampar a capa a revista Interview de Dezembro, não é mesmo?

“God has given you one face,” Hamlet said, “and you make yourselves another.” But had the great Dane met Madonna before saying the above and, in effect, prophesying much of the modern condition, he might have added, “and another and another and another …”

Nada melhor do que citação de Hamlet, citado por David Blaine em matéria na revista Interview sobre as fotografias da Madonna (capa da edição de Dezembro) clicadas por Marcus Piggot e Mert Alas, em estilo erótico, just like Madonna.  A matéria complementa perfeitamente as fotografias, compostas por entrevista com a cantora Madonna, conseguiu captar a essência, com perguntas chaves e interessantes, colocando aquele “Q” de Madonna, ou melhor “M” de Madonna todinho para fora.

“I was attracted to creative people. You don’t want to be the smartest person in the room; You want to be the dumbest in the room.”

– Madonna.

Vamos às fotografias? Um pouquinho de inspiração cai bem por aqui, né? E aproveite e leia toda a entrevista que David Blaine fez com a cantora Madonna, vale muito a pena!

 

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Paolo Roversi vs Kris Van Assche

O fotógrafo cult e o diretor criativo da Dior Homme nos dizem porquê beleza é rebelião

Por 

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Retirado da edição de verão da Dazed&Confused:

Como a nossa paisagem visual se torna deformada por imagens que podem se dissolver em menos de dez segundos ou serem comprimidas em uma caixa, o fotógrafo italiano Paolo Roversi continua a acreditar na poesia de trabalhar com filme. Durante as últimas quatro décadas ele capturou seus motivos femininos desprotegidos e muitas vezes sem roupas, transportando-as para o além, através de técnicas de iluminação e de seu próprio charme hipnotizante.

Hoje, Roversi está em Paris com Kris Van Assche, que assumiu as rédeas de Hedi Slimane como diretor criativo da Dior Homme em 2007. “Quando você trabalha com Paolo, você sabe que sempre haverá tensão e sensualidade”, diz Van Assche, que passou sua adolescência encantado com o trabalho do fotógrafo. A coleção SS14 do designer belga para Dior Homme mostrou sua capacidade de deformar e manipular superfícies, inspirando-se no trabalho do escultor John Chamberlain, que uma vez teve duas de suas obras de 300 quilos de sucata e metal confundidas com lixo e levadas embora. Van Assche construiu sua coleção a partir de pedaços abstratos de couro e estampas metálicas e enviou os seus modelos através de um labirinto espelhado. Embora ele passe seu tempo vestindo o corpo e Roversi prefira tirar as roupas fora, eles compartilham uma crença comum de que a emoção e poesia podem elevar moda.

 

Paolo, o que alimenta sua obsessão com a nudez?

Paolo Roversi: Bem, isso nunca foi sobre erotismo ou pornografia. É apenas sobre beleza. Meu estúdio é um lugar de sonhos e os modelos sentem isso. Essa é a nossa forma de trabalhar. A forma mais pura de retrato é fazer um nu – é a mais elegante.

Kris Van Assche: É importante dizer que não há mais número suficiente de pessoas interessadas em beleza.
É algo que nós dois sentimos. É por isso que as meninas se sentem tão confortáveis com Paolo, porque não se trata de provocação, escândalo ou até mesmo uma forma torturadora de mostrar a beleza.

Paolo Roversi: Nós mantemos vulgaridade porta à fora!

Kris Van Assche: Quero dizer, se você é uma menina e você vai ficar nua na frente de Paolo você sabe que irá ficar incrível! A beleza é uma forma de quebrar as regras de hoje. Ir para o lado da beleza pode ser muito rebelde.

Paolo Roversi: É por isso que eu vim aqui esta manhã, porque eu sabia que ele iria dizer coisas lindas sobre o meu trabalho! Essa é a única razão pela qual eu vim. (risos)

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Assim, a emoção está ligada à maneira com a qual vocês dois trabalham?

Paolo Roversi: Com Kris, não precisamos nos explicar um ao outro, “A fotografia é aquilo’, ou, ‘A moda é isso” – é o instinto. Nós não precisamos de muitas palavras. Eu conheço a sua poesia, seus sentimentos e suas emoções. Uma faísca acontece imediatamente. Eu digo que nós dois colocamos nossos corações em cima da mesa da mesma maneira.

Kris Van Assche: Inspiração sempre vem de emoções, mesmo se é algo enraizado na frustração. Quero dizer, pode vir em momentos realmente estranhos e é sempre o clique que vai lhe influenciar pelos próximos seis meses. Aquele clique pode levar apenas cinco segundos.

Paolo Roversi: Mesmo quando estamos sonhando, ainda estamos trabalhando.

Kris Van Assche: Com Paolo eu sempre sei que vai ter um pouco de tensão e alguma sexualidade. Então, como eu só faço moda masculina, é importante que haja algumas garotas por aí, porque cria uma situação poética. É aí que a colaboração se torna importante. Meu desfile foi bastante frio com todos aqueles espelhos – eu queria que se parecesse com uma galeria de arte – já havia um monte de tensão, mas estava frio, muito robótico, mesmo. Trazendo isso à poesia de Paolo se cria um tipo muito diferente de sentimento.

Paolo Roversi: Para algumas pessoas, o romantismo não é forte. É a minha grande queda. Eu sou romântico! Eu não posso ser perfeito, sabe? Acho que vem da minha infância, da poesia italiana…Oh, eu não sei onde. Eu não quero analisar isso demais. Eu não luto mais contra isso, porque sei que vou perder!

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Kris, é verdade que a coleção Dior Homme SS14 foi vagamente baseada em torno de uma experiência em Miami?

Kris Van Assche: Sim, eu estava em Miami para a Art Basel e foi apenas um daqueles momentos em que você basicamente se sente totalmente ridículo. Você está de pé lá em uma praia debaixo de uma palmeira, o clima é ótimo e você está em um smoking. Há todas estas pessoas sérias ali de pé, com os pés na areia. É só esse contraste estranho. Quero dizer, os contrastes são, obviamente, inspiradores, mas é então que você percebe que tudo isso é realmente muito ridículo!

 

Você dois se desconectam conscientemente do ‘circo’?

Kris Van Assche: Art Basel são na verdade os únicos dois dias do ano em que eu consigo aguentar. Quando eu saio de férias no mês de agosto, eu quase não levo uma mala porque eu não quero ver roupas…

Paolo Roversi: Mas eu acho que de certa maneira nós nunca nos desconectamos. Quero dizer, pessoas como o Kris se desconectam do sistema social do mundo da moda, mas não da criatividade ou da inspiração. Este é você. Você não pode nunca desligar totalmente. Eu acho que ele é um designer criativo 24 horas por dia, ele não poderia ser diferente. Desculpe Kris, eu só respondi para você!

Kris Van Assche: Não tem problema! Eu não preciso de fugir de alguma coisa porque eu amo o meu trabalho e eu consegui me proteger de determinados sistemas.

Paolo Roversi: Às vezes eu me encontro com Kris em uma festa, tomamos muita champanhe juntos e ficamos no canto da sala!

Kris Van Assche: E eu sou sempre assim, ‘O que estamos fazendo aqui?’.

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Você acha que se tornou mais difícil de quebrar as regras?

Paolo Roversi: Você sabe, depende do que você quer quebrar. É muito fácil perder o seu espírito na moda. Acho que já perdi algumas vezes; e uma das coisas mais difíceis, ser completamente puro. Você não pode se comprometer muito e você tem que manter uma certa distância, especialmente se você tem um monte de pessoas ao seu redor lhe dizendo que você é um gênio. É muito perigoso.

Kris Van Assche: Concordo totalmente. Quero dizer – feche os ouvidos, Paolo – não há muitos fotógrafos cujo trabalho você pode reconhecer imediatamente. É uma coisa tão rara hoje em dia. Quando é tecnicamente possível, pode ser copiado e falsificado. Verdadeira autenticidade, emoção e personalidade é a novidade. Isso é quebrar as regras. Ele não está tentando ser o hype a cada semana de cada mês, sabe? Ir contra as regras – esta é a nova rebelião.

 

CREDITS:

Hair: Tomohiro Ohashi at Management Artists

Make-up: Marie Duhart at Atomo Management using MAC

Models: Janis Ancens (L’Uomo Elite), Adrien Sahores (Premium), Daiane Conterato (Elite), Maria Loks (Next)

Photographic assistants: Melanie Rey, Barbara Marangon, Felix Seiler-Fedi, Ton Ishiguro

Styling assistant: Natalia Culebras

Hair assistant: Kiki

Make-up assistant: Methta Gonthier

Digital operator: Matteo Miani at Dtouch

Production: ProdN Paris

 

Publicado originalmente por Isabella Burley, via Dazed & Confuzed

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Conheça Red Room por Cuneyt Akeroglu

Conheça Red Room por Cuneyt Akeroglu! A cada série de fotografia de moda, uma novidade. Aliás, para melhor me expressar, posso afirmar que a Fotografia de Moda é a categoria da fotografia que mais se reinventa, ousa e surpreende as pessoas. E seguindo esse pensamento, vamos conhecer Red Room, um projeto ousado clicado por Cuneyt Akeroglu que atravessa as extensões sentimentais que vão do amor ao ódio de forma intensa e dominadora.

Conheça Red Room por Cuneyt Akeroglu

Cuneyt Akeroglu é formado em artes plásticas pela University 19 Mayis da Turquia e concentra seu trabalho na história do nu fotografado

A luz é uniforme, sem muitas sombras em um fundo completamente vermelho. Os elementos usados em algumas cenas também carregam o mesmo tom monocromático da paixão. Associações com a psique do desejo não são meras coincidências, nem nada aqui é por acaso. Em alguns momentos você até pensar para quê tudo isso? O exagero faz parte, apenas a nudez e tudo o que a envolve está em evidência nesse momento.

Eu particularmente, sinto falta de jogos mais luminosos que a fotografia pode proporcionar para criar atmosferas mais envolventes. E você, o que achou?

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Como se tornar um fotógrafo de moda

 

Blow-up Michelangelo Antonioni TNF

 

Uma carreira na fotografia de moda não precisa ser um sonho impossível. Três membros da industria dão à Ben Widdicombe suas dicas para quem está começando a trabalhar.

 

Com um enorme prestígio, altos salários e um glamuroso estilo de vida internacional, a fotografia de moda pode parecer uma das mais cobiçadas profiissões no mundo da moda.  Mas para cada fotógrafo de moda que entra pela porta de uma revista, mil outros encontram seu caminho na publicidade, fotografia artística, retratos de celebridades ou até mesmo como paparazzi para ganhar a vida.

A editora de fotografia da Allure Magazine Clio McNicholl, a agente de fotografia Gloria Cappelletti, e a fotógrafa de moda americana Eva Mueller concordam que se encaixar na indústria pode ser difícil. Mas eles têm algumas dicas para iniciantes sobre a criação de um portfólio, o contato com editores de revistas, a escolha da agência certa e até como ser visto em uma galeria.

 

CONSTRUINDO UM PORTFÓLIO

A ferramenta mais importante de um fotógrafo é seu portfólio, e isso é particularmente importante para iniciantes que não tem uma reputação estabelecida.

“Tendo estado em volta, eu sei como é difícil chegar até a porta”, diz a editora de fotografia Clio McNicholl, que recebe cerca de 50 portfólios não solicitados por mês. A revista Allure da Condè Nast, com uma circulação mensal de quase 900 mil exemplares, é um dos principais alvos para iniciantes que querem fazer com que seu trabalho seja visto. “Se eu não sei quem é a pessoa, peço-lhe para me enviar algum material promocional. Geralmente eu só encontro pessoas que estão vindo com uma recomendação direta de alguém que eu conheço”, diz ela.

Muitos fotógrafos acham que websites oferecem uma maneira barata de mostrar uma quantidade relativamente grande de imagens. Eva Mueller (www.evamueller.com),fotógrafa de moda e beleza nascida em Munique que vive e trabalha em Manhattan à dez anos, aponta que o portólio virtual é também um método de manter baixos os custos com impressão e encadernamento.

Mas apesar das vantagens, a maioria dos profissionais da indústria ainda precisará ver um antiquado livro antes de contratá-lo. Certamente vale a pena usar a internet como um cartão de visitas, mas é preciso ter algo a mostrar-lhes quando você for chamado para uma reunião.

Muitos fotógrafos de moda preferem uma imagem nítida e brilhante em 4 x 5″ para conseguir o melhor efeito na hora de apresentar seu trabalho. Páginas de revista (literalmente, páginas arrancadas de uma revista) são ótimas se você tiver sido publicado, contanto que de boa qualidade, impressões 8 x 10″ também estão OK. Tenha pelo menos 20 em sua pasta, e esteja preparado para deixá-las por pelo menos uma semana.

“Eu gosto de ver uma unidade ao longo de todo o livro”, diz Clio McNicholl, que diz que consegue saber através de três imagens se gosta do estilo de um fotógrafo.” Conte uma história: não necessariamente tenha todas as imagens relacionadas uma com a outra, mas eu gosto de vislumbrar algum tipo de sentido no fim de tudo e perceber que a personalidade do fotógrafo aparece é mostrada através das fotografias.”

As imagens que você escolher para apresentar em seu portfólio devem ser tematicamente ligadas ao trabalho que você está tentando fazer – still life ou fotografia de produtos, se você escolher publicidade, por exemplo. Mas também aposte em uma ou duas imagens diferentes para demonstrar sua versatilidade. Retratos são sempre uma aposta segura, pois eles tendem a ficar na mente do espectador.

Assim que estiver com seu portfólio pronto, o próximo desafio é fazer com que o editor de fotografia escolha você.

 

ESCOLHENDO UM EDITOR DE FOTOGRAFIA

“A maioria das pessoas que entram em contato comigo não fizeram uma pesquisa, o que é o maior erro do mundo.” diz Clio McNicholl. “A única grande coisa que as pessoas deveriam fazer é uma pesquisa. Elas deveriam saber o que a revista faz, e saber como elas podem empregar isso aquilo que fazem. E elas deveriam no mínimo saber o nome do editor de fotografia.”

Ao enviar o trabalho para um editor de fotografia, lembre-se de que você está “apresentando” e não “vendendo” seu trabalho. Editores quase nunca compram uma imagem específica que vêem diante deles, eles estão à procura de um fotógrafo que possa executar trabalhos no futuro. Você precisa ser persistente ao enviar seu trabalho, e cruel em editar o que você escolhe para mostrar.

A melhor maneira de chamar a atenção de um editor é mostrar trabalhos publicados anteriormente. Mas há um lado negativo. “Porque há excesso de oferta de fotógrafos, muitas revistas realmente tiram proveito desse fato”, diz Eva Mueller. “Algumas revistas têm um orçamento decente, mas muitas delas apenas cobrem suas despesas, elas não pagam pelo seu tempo, nem nada. E muitas revistas não pagam absolutamente nada.” McNicholl diz que os ordenados da Allure iniciam em US$ 350 por dia para os fotógrafos desconhecidos, até US$ 130.000 para um top fotógrafo.

A fotografia é um documento tanto quanto um artigo ou um ensaio, e os editores estão à procura de imagens concisas que comuniquem claramente uma idéia ou sentimento. Retratos de celebridades, por exemplo, devem revelar um aspecto do caráter do sujeito, de preferência que esteja em harmonia com o perfil escrito que o acompanha. As revistas femininas de todo o mundo compram centenas de imagens prontas a cada mês – normalmente de mulheres jovens se divertindo com seus namorados, fora com amigos, ou talvez deprimida em casa sozinha com seus brinquedos de pelúcia – que expressam sentimentos comumente tratados nos artigos de fundo. Se o seu trabalho fala claramente, você vai ter muito mais chance com um editor de fotografia do que com imagens vagas ou ambíguas.

Quando submeter seu trabalho, lembre-se:

– Ligue antes para a revista e pegue o nome para o qual a apresentação deve ser endereçada.  – Marque tudo com seu nome e número de telefone. – Envie impressões ou transparências, não originais. – Inclua um envelope selado e auto endereçado caso queira seu trabalho de volta.

Eva Mueller tem uma última advertência sobre como lidar com revistas: “Outra coisa ruim é não ser pago em séculos – de meses e meses e meses. Alguns clientes realmente tiram proveito do fato de existirem tantos fotógrafos por ai: eles te fazem pagar toda a sessão, alteram suas fotografias e não lhe dizem quando irão publicar o editorial. Às vezes, eles são apenas realmente desrespeitosos para com o fotógrafo ”

Existe uma maneira de evitar ter que lidar com editores de fotografia, no entanto, é ter uma agência de fotografia que faça a venda em seu nome.

 

ENCONTRANDO UMA AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA

Agências de fotografia existem para entrar em contato com os clientes e vender o trabalho dos fotógrafos em seus nomes. Eles se beneficiam todos, desde fotógrafos iniciantes, que não tem muitos contatos na indústria, a profissionais experientes, que estão ocupados demais para cuidar eles mesmos dos próprios negócios.

Gloria Cappelletti é agente da Management Artists’ Organization (MSO), em Manhattan, que representa um número de fotógrafos de moda de destaque, incluindo Stevein Klein, Michelangelo di Battista, Stefan Sedanoui e Alexei Hay.

“Primeiro de tudo, é vital ser conhecido, e uma agência está em contato diário com clientes e publicações”, diz ela. “Essa é a melhor maneira de um jovem fotógrafo ter uma ligação com o mercado, porque geralmente o fotógrafo está ocupado fazendo fotografias, e o agente está ocupado conversando com os clientes. E essa é a maneira que deve ser. Geralmente o fotógrafo não tem tempo suficiente para cuidar de tudo.”

As agências também podem voltar a vender seu trabalho em vários mercados diferentes, agindo como um mini-publicitários e dando conselhos sobre a carreira. Há tantas agências – e tantos fotógrafos – que Cappelletti diz que é importante pesquisar qual delas pode ser boa para você antes de fazer uma abordagem.

“O jovem fotógrafo tem que entender o seu alvo, nos termos de seus objetivos pessoais e da direção que o fotógrafo quer tomar”, diz ela. “Todo mundo é diferente.”

Agentes recomendam encarar seu primeiro contato com eles tão a sério como se fosse uma entrevista de emprego. Você também deve considerar se eles já representam alguém cujo estilo é significativamente semelhante ao seu – pode não haver trabalho suficiente para os dois, ou o outro fotógrafo poderia ressentir-se com competição.

As agências de fotografia não são os únicos lugares que podem vender o seu trabalho. Se você está mais interessado em se concentrar mais em sua visão pessoal do que no trabalho comercial, você também pode considerar ser representado por uma galeria de arte.

 

SELECIONANDO UMA GALERIA

Uma vez ridicularizada como curiosidade científica, sem valor artístico, a fotografia é agora uma das áreas em crescimento mais quentes no mercado internacional de arte.

Enquanto as cópias de gelatina de prata são o alimento básico de fotografia de arte, você vai encontrar um interesse saudável, tanto em fotos contemporâneas usando métodos antigos de impressão (como os daguerreótipos de Chuck Close), bem como com métodos de impressão modernos, incluindo Cibachromes e C -prints.

Como qualquer empreendimento artístico, é improvável que a fotografia artística vá lhe pagar um salário digno por muitos anos. Embora muitos artistas vendam seus trabalhos diretamente na Internet, a atenção da crítica e as vendas mais fortes vêm de um relacionamento com uma Galeria. Embora haja agora pelo menos uma galeria de fotografia na maioria das grandes cidades, o centro do mercado de arte fotográfica mundial é Nova York. Manhattan possui cerca de 100 galerias que tratam de impressões fotográficas, e os preços tendem a ser maiores. Uma lista detalhada de Nova York e das galerias internacionais está disponível nos sites do guia bimestral Photograph, bem como da Association of International Photography Art Dealers.

Antes de abordar qualquer galeria com seu trabalho, você deve telefonar e solicitar detalhes de sua política de submissões. Muitas galerias recebem novos trabalhos apenas a determinadas épocas do ano, e até mesmo para chegar à porta de alguns lugares você vai precisar da recomendação de alguém conhecido dos diretores da galeria. (Às vezes ajuda a soltar o nome de um conhecido crítico ou diretor de museu, mesmo que sua conexão com eles seja tênue.)

Se uma galeria está interessada em lhe representar como artista, eles provavelmente irão querer uma amostra representativa de seu trabalho. Mesmo se você tiver uma ou duas imagens incríveis em seu portfólio, a galeria vai querer saber se você tem um corpo maduro de trabalho com um padrão consistente. Lembre-se que muitos artistas se juntam a uma galeria simplesmente por ter seu trabalho mantido num inventário, onde será mostrado para colecionadores específicos, em vez de ter uma exposição pública. A nem todo mundo é oferecido uma exposição individual.

A coisa mais importante para se lembrar sobre como trabalhar com uma galeria é em manter uma relação de negócios adequada. Cada impressão que você fornece para uma galeria deve ser inventariada por você – e não por eles – e você deve entender quando e como você pode esperar o pagamento no caso de uma venda. O padrão da indústria é que o artista recebe 50% do preço de varejo de uma fotografia.

Você também deve discutir se é livre para ter relações com outras galerias, ou se a sua galeria espera exclusividade. Se você é representado por uma galeria de Nova York, por exemplo, mas, em seguida, organiza uma exposição em Los Angeles, por vezes, a galeria de Nova York vai esperar um corte (normalmente 10%). No entanto, em troca disto, espera-se que esta lide com os detalhes, como papelada e transporte. Cada relação entre artista e galeria é única, e você deve obter, tanto quanto possível, por escrito, no início.

 

ENTENDENDO O NEGÓCIO

Infelizmente, não é o suficiente para um designer ser criativo, você também tem de ter algum sentido para os negócios. Como a moda fica mais e mais corporativa, é importante estar ciente do clima de negócios e entender a mecânica por trás dele. Lendo religiosamente jornais comerciais como “Women’s Wear Daily” você terá um monte de informações valiosas. Se você deseja ter a sua própria empresa, você precisa ser extremamente organizado e aprender pelo menos o básico sobre economia. Muitas escolas de moda estão atualmente aumentando a carga horária de aulas sobre negócios em seus currículos. “Nossos alunos tem que ser inteligentes o suficiente para saber como negociar um contrato, ou para escolher um parceiro de negócios”, diz Carol Mongo. Isto quer dizer, talvez, que muitos dos designers realmente bem sucedidos hoje, como Calvin Klein ou Tom Ford, estão envolvidos em todos os aspectos do negócio – de estratégias de licenciamento para as campanhas publicitárias ao desenho do vestuário.

 

Publicado originalmente por Ben Widdicombe, via FASHIONET

 

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MO&Co. Spring/Summer 2014

MO&Co. Spring/Summer 2014, já está no ar. A nova coleção fotografada por Karim Sadli, ganha vida em sua nova campanha. E fazia tempo que não dividia inspirações sobre fotografia de moda. Decidi que está mais do que na hora de voltarmos ao assunto e nos inspirarmos. Fotografia de Moda é uma das categorias mais bem pagas e mais visadas no mundo. E que, juntamente com as marcas, como MO&Co., ganham facilmente o seu destaque no mercado, por todos os lados.

Sabemos que um vídeo, nada mais é que a união de vários frames, várias fotografias. Em que o fotógrafo é o criativo principal (além de uma boa produção, claro), para dar vida a esse tipo de criação. E nada melhor do que ver o que os grandes nome da fotografia de moda e as grandes marcas estão fazendo para aprender e se inspirar! Após dar uma olhadinha nas fotografias que escolhi, veja também o vídeo.

Check it out!

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Sobre Photoshop

Marion Cotilllard por Annie Leibovitz

 

De quando em vez a mídia coloca em pauta algum exagero ou polêmica envolvendo a manipulação de imagens e o Photoshop. Antes desta discussão, porém, é importante ressaltar que não existe fotografia sem tratamento, desculpem-me os naturalistas radicais, mas a manipulação de imagens data de meados do século XIX, da escola pictorialista, onde era construida a imagem por meio da sobreposição de vários negativos de vidro em um papel sensibilizado. Oscar Gustav Rejlander, defendendo-se dos ataques à suas fotografias à 6 de abril de 1858 diz: “[a fotografia e a pintura] exigem os mesmos procedimentos mentais, o mesmo tratamento artístico e uma elaboração esmerada” e que “ambos não passam de representações”. Alguns anos depois, já no fim do século, Robert Demachy se popularizou ao usar goma bicromatada para alterar, com o uso do pincel, valores e tons¹. A discussão sobre o teor de realidade presente na fotografia não cabe neste texto, mas é preciso dizer que por si só uma fotografia já não representa a realidade das coisas tais como são, portanto, é inválido o argumento de que a manipulação da imagem furta o aparente realismo da fotografia.

Não obstante, aos fotógrafos amadores que fazem uso do .jpeg ou mesmo aqueles que fotografam em raw sem ao menos saber porquê, o que é pior, é preciso dizer que existem dois tipos de retoque: o processamento e o tratamento da imagem. Aos que fotografam em .jpeg, a saber, a própria câmera faz o processamento e entrega a fotografia final, já no caso do raw cabe ao fotógrafo fazê-lo (por isso, querido leitor desavisado, suas imagens em raw são opacas), e isso acontece porque o formato raw captura e armazena a imagem tal como o sensor da câmera a viu, com maior gama de detalhes em altas e baixas luzes, justamente porque não possui contraste, nem nitidez e cabe ao operador realizar o processamento desta imagem por softwares como o Photoshop Camera RAW ou Lightroom, e isso deve ser feito, sempre.

Já o tratamento de uma imagem, que inclui alterar elementos, no caso da fotografia de Moda em particular, alterar a modelo, não é absolutamente necessário em toda a fotografia, o que determina é o uso dado a cada fotografia, sua finalidade.

A polêmica mencionada no início do texto se situa em torno das implicações sociais que o tratamento de imagens em revistas de moda e comportamento admitem. Mas pensem, nunca foi segredo, as publicações do gênero tratam suas imagens, assim como a publicidade, por um motivo que provavelmente não é tão evidente: a publicidade em geral, de produtos ou serviços não opera com o objeto, mas com o desejo e a ilusão, e tem na fotografia o suporte ideal para incitar esta ilusão. As imagens publicitárias pertencem certamente ao presente, mas nunca se referem ao presente, referem-se ao passado e falam sempre do futuro², justamente porque a publicidade ao mesmo tempo em que aproxima também afasta o consumidor, não podendo lhe proporcionar o objeto real de desejo, alimenta este desejo com ilusões e propõe uma transformação. A publicidade propõe, que ao consumir, sua vida, nossa vida, será transformada, que seremos mais desejáveis, mais importantes, que alcançaremos um status-quo superior, como ilustra a fotografia da revista, sempre no futuro do indicativo. O objetivo é tornar o consumidor em potencial marginalmente insatisfeito com a vida que tem e invejar a vida que poderá ter, a contradição entre aquilo que é e aquilo que gostaria de ser.

Portanto o tratamento de imagem apenas reforça a ilusão préviamente elaborada e construída com base em signos de poder, de status, de desejo, tão necessária à publicidade.

Mas há outra questão que merece destaque e provém da natureza da fotografia em si. Eu particularmente costumo pensar que só se pode afirmar com certeza se uma pessoa é bonita depois de a ter fotografado. Isto porque “a vida não são detalhes significativos, instantes reveladores, fixos para sempre. As fotos sim”³, portanto, a expressão capturada, na luz dura, direta, revela detalhes e imperfeições que não são percebidos a olho nú por quem passa; e se não são percebidos, seriam reais? Fora as próprias lentes objetivas que distorcem o corpo na captação da imagem, o fazendo diferente do que é. A relação de adaptação a luminosidade que a retina possuí e a câmera não torna a luz mentirosa. Enfim, é preciso que se coloque tudo isso em pauta para que se perceba que esse mal estar social tem a ver menos com o tratamento de imagens do que com tudo o que está por detrás disso.

Após estas considerações, conseguimos perceber que a manipulação é apenas uma ferramenta que ajuda o fotógrafo ou artista a chegar a determinado fim, já programado e esperado, mas é um erro pensar que é o causador da problemática da figura da mulher perfeita e da busca por este ideal. De toda forma, a fotografia conquistou aos poucos seu espaço como arte, arte que cria e interpreta signos, manipula impossibilidades e flerta sempre com o surrealismo em busca da idealização de alguma coisa, seja para fins críticos, políticos ou publicitários.

¹ Fabris, Annateresa “O desafio do olhar”, Editora WMF Martins Fontes, 2011

² Berger, John “Modos de ver”, Edições 70, 1972

³ Sontag, Susan “Sobre fotografia”, Companhia das Letras, 2010

Roda Viva com J R Duran

Confesso que nunca gostei do estilo da fotografia de J R Duran, mas não conhecia o fotógrafo mesmo. E a duas semanas ele foi o convidado a participar do programa Roda Viva da TV Cultura, que tive a oportunidade de ver ontem, onde fala, entre outras coisas, da sua rotina de trabalho, suas viagens e sobre a popularização da fotografia. O que se percebe é um profissional extremamente focado, que fotografa por paixão, e que além disso tem uma cultura ampla que vai muito além da fotografia apenas.

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Via: cmais

PS Muito trabalho e muitos problemas tem me impedido de escrever, mas, estes resolvidos, estou preparando um super artigo sobre composição, que devo publicar em breve, e para mais breve ainda, falarei de tratamento de imagens, aguardem, eu voltarei. GC

Inspiração: Mert and Marcus

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“Sleep No More” – W December 2012

Fotografar em conjunto é uma prática recente no exterior, que se tornou possível com a digitalização da imagem, ainda pouco vista, insípida no Brasil, mas principalmente utilizada em moda. “Ao contrário do shooting tradicional, com um fotógrafo disparando quadro a quadro, um membro da equipe de Mert e Marcus está por trás da câmera – uma Hasselblad modificada – dirigindo os modelos, enquanto os outros, a partir de um laptop conectado, assistem. Cada vez que o obturador disparar, eles analisam a imagem pelo monitor discutindo os ajustes para o próximo clic.

Mert Alas e Marcus Piggott se destacam principalmente pelo rigor estético de suas fotografias e pela ousadia de suas produções, as vezes com um que fantástico de LaChapelle “A diferença entre nós e os outros fotógrafos é que nos preocupamos muito com a aparência” diz Alas “”Nós estamos na sala de maquiagem, trabalhando com o cabelo, envolvidos com o look muito mais do que trabalhamons na iluminação, nos cabos, nos géis”. É possível notar também em seu estilo uma boa dose de influencia de fotógrafos como Guy Bourdin, que se caracteriza por grande nitidez, foco amplo e cores bem definidas e as vezes certo humor. A composição cromática aliada a produções impecáveis formam, a meu ver, a excelência de sua fotografia. Isso demanda uma pré-produção exigente, já que, segundo o próprio Alas “A técnica é só cinquenta por cento de uma imagem”. A fotografia é exaustivamente pensada e trabalhada.

Fora isso, foram pioneiros no uso da pós-produção não como simples ato de corrigir imperfeições, mas como possibilidade criativa “É como uma pintura,” Alas, disse em 2004. “Você pode pintar uma cena. No dia seguinte, você pensa, eu gostaria que tivesse um cachorro. Então você desenha um cachorro nela. Você pode conseguir o que quiser, eventualmente, até mesmo se você não fizer dessa maneira. Você parece mais livre do que quando ‘o que você fotografa é o que você tem.'”

Isso é importante porque prova que sua fotografia “mente”, assim como toda fotografia, em essência, quando se propõe a retratar a realidade, mas não de modo vil, é preciso reconhecer o potencial da pós-produção como meio para um determinado fim, estético ou conceitual, improvável ou impossível de se conseguir de outra maneira.

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“Fawnicate” – Love #8 F/W 2012/2013

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Calvin Klein Collection F/W 2012

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Versace – spring 2013 underwear collection

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Versace Jeans – Summer 2012

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Dsquared2 F/W 2010-11 Campaing

Mert e Marcus nasceram em 1971 na Turquia e País de Gales, respectivamente, e se conheceram na inglaterra em 1994, Marcus como assistente de fotógrafo e Mert como modelo. Depois de trabalharem juntos no mercado da moda, decidiram montar um time, fizeram sua estréia já na capa da revista “Dazed & Confused”. Fotografam atualmente para as grandes grifes de alta-costura como Louis Vuitton, Versace, Calvin Klein, Emporio Armani, entre outros e para as principais revistas de moda.

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“What Lies Beneath” – Love Magazine

 

VOGUEPEDIA, revista Vogue

WIKIPEDIA, Mert & Marcus

ART PARTNER, Mert & Marcus

Fotografia de Moda da fotógrafa Elizaveta Porodina

Seguindo um estilo da Fotografia de Moda bem diferente do que estamos acostumados, Elizaveta Porodina mostra que aprendeu tudinho sobre História a Arte quando divulga suas criações por aí!

Dente vários e vários estilos, este especificamente me chamou mais atenção, não por ser o mais recente e alemão, mas por ser bem característico por se aproximar dos primordios da fotografia de moda, e também pinturas de moda. A artista fotográfico une a criatividade, bom gosto e história da fotografia para obter esse resultado belíssimo!

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Histórias fotográficas de Christian Louboutin por Khuong Nguyen

Tenho dois pés na fotografia e um deles fica passeando sempre pelo lado da moda. Não vou nem falar que sapatos é a paixão internacional do sexo feminino porque, sem dúvidas, você já está cansado de saber!  Mas vale para recordar e entender de onde esse fotógrafo e produtor tirou tanta inspiração para essa produção natalina!

O fotógrafo de moda e produtor Khuong Nguyen (Francês, claro!) montou um editorial de moda para Christian Louboutin (uma das marcas mais cobiçadas de sapatos do mundo) cheios de histórias, símbolos e contos! Para quem gosta de histórias e contos infantis, essa é uma ótima inspiração. Reconhecer cada figura, cada elemento composto, cada estilo de sapato com cada tema é magnífico e mágico. Aproveitando a época cheia de magias, o tema caiu como uma luva, não acha?

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A Fotografia de Beleza da Victoria Sims

Fotografar beleza não é para qualquer um, é necessário no mínimo o entendimento aprofundado sobre moda e beleza. Victoria Sims é uma fotógrafa especialista no assunto, sem medo de ousar e se arriscar. Com um pezinho do lúdico, a artista fotográfica e fashionista transforma lindas make ups em estilos em formas e cores que adoramos ver. Seja com flores ou em P&B, as fotografias de Victoria chegam quase a ser em estilo 3D com tantos detalhes nos rostos, olhos firmes e uma área nítida bastante significativa.

Lindo e inspirador, o trabalho da Victoria Sims é para a moda uma grande referência.

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Os retratos de Julia Tsoona

Achei interessante dividir essa galeria com vocês para ressaltar um estilo bem marcante que esteja prestes a nascer. Ontem falamos dos contrastes de Valentina Sarritzu, seus granulados e a linda luz que captura em P&B. Para os leigos pode até parecer repetitivo, por serem obras tão parecidas, mas cada uma com as suas peculiaridades fazem se diferenciar pelas subjetividades. E elas não são as primeiras desse mesmo estilo de retrato que mostramos por aqui, ao que me parece há novos estilos nascendo prestes a serem nomeados, o que é muito bom!

Não é só do granulado que estamos falando, a ausência do flash também marca muito bem esse estilo de Portrait. O P&B só valoriza toda essa atmosfera, essa textura, dando uma emoção ainda maior e valorizando ainda mais essa sensualidade, que, por sinal, também é uma característica desse estilo.

Fotografar rostos, corpos e expressões expõe bastante a forma de olhar do fotógrafo, é como se ele estivesse se auto fotografando, em um espelho, até mesmo de desejo. Preferências e ângulos são ressaltados e demonstrados de formas simples. Dessa forma, a obra de Julia Tsoona é considerada uma arte, ao meu ver. A ótima utilização das técnicas, composição e principalmente a estética desse lindo resultado fotográfico colaboram para essa minha conclusão. A fotógrafa de moda sabe muito bem como elaborar uma produção como essas, e quase transforma as suas imagens em pinturas. Lindo!

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