Inspirações da fotógrafa ucraniana Ira Zhuyka Dzhul

É muito difícil encontrar um estilo e conseguir encaixar esse estilo em todas as suas produções. A fotógrafa ucraniana Ira Zhuyka Dzhul conseguiu alcançar esse nível (que não é para todos) e é muito lindo de se vê.

Nos dias de hoje, com a quantidade de possibilidades fotográficas, acabamos sendo muito cricris, cheios de preconceitos e muito, muito exigentes, assim como os nossos clientes também, que por sua vez, nos cobram a perfeição. As câmeras são cada vez mais completas, os cursos são acessíveis. O Olhar diferente, deve ser realmente diferente, só que igual. Nada muito escrachado, nada muito brega, nada muito igual, apenas parecido.

E para nos disferenciar dos olhares alheios, temos que encontrar um estilo que nos ajude a valorizar nosso trabalho. Ira Zhuyka Dzhul, uma fotógrafa (confesso que deduzi que ela é elA, vamos confiar que seja) com um olhar determinado, conseguiu definir as principais características das suas imagens: texturas, tons de ocre, fim de tarde, luz suave, planos abertos, verticais.

Então, vamos nos inspirar?

 

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Veja também a galeria da fotógrafa  Ira Zhuyka Dzhul

Montando um Portfolio

Depois de estudar, estudar, estudar e estudar mais um pouco (porque fotografia não é fácil, meus queridos), quando você já definiu seu público alvo e sabe aonde encontrá-lo é a hora de se apresentar, de se fazer notar. Na fotografia não existe currículo, esqueçam todas as dicas de “como montar um currículo perfeito”, pois o que importa aqui é o que você sabe fazer com uma câmera e é o seu portfolio quem vai dizer isto. Não o subestimem. Sejamos honestos, salvo os bem nascidos, fotógrafo iniciante não tem dinheiro, e temos consciência de que um bom portfolio impresso custa muito caro. Se você escolher esta opção, tenha em mente que irá despender um bom montante de dinheiro. E qual a vantagem? Um portfolio impresso é sempre um portfolio impresso, é tátil e justamente por isso, mais impactante. Já um portfolio online tem o atrativo de ser versátil e gratuito. O ideal é ter os dois.

É muito importante perder tempo montando um portfolio. Tenha em mente seu público alvo o tempo inteiro e escolha suas fotografias de acordo com isso, mas somente as melhores fotografias. Não hesite em deixar de fora aquela fotografia que, em sua opinião, ficou quase boa. O quase não cabe em um bom portfolio. Tenha uma seleção de fotografias pequena, se for o caso, mas impecável, e demonstre que você tem absoluta consciência do seu nível de aprendizado. Esta tarefa envolve subjetividade e por isso é importante perder tempo, entre aqueles milhares de trabalhos que você ainda não tem pra entregar, reserve um tempo pra se dedicar a isto, demore uma semana, duas, um mês, mas tenha a certeza de que você escolheu o seu melhor.

Ter contato com outros portfolios ajuda muito na hora de definir como será o seu, então pesquise o trabalho de outros profissionais e atente a como layout é desenvolvido, a apresentação das imagens e o acabamento, o tipo de impressão e as cores. É importante porém manter a simplicidade, e selecionar elementos relevantes, a fim de torna-lo claro e objetivo. Menos é mais, neste caso, principalmente em um portfolio online, deixe tudo bem organizado, seu cliente deve chegar às suas fotos com um ou dois cliques, no máximo.

No caso de um portfolio impresso, seja sucinto, de uma amostra pequena do seu trabalho, só as melhores fotos. Se quiser, faça uma divisão entre temas: editoriais, comerciais, autorais, etc, mas procure inserir não mais que 35 fotografias porque hoje, correndo como estamos, ninguém tem tempo de ver mais que isso, por melhor que seja o trabalho. É um número ideal que mostra o que se pode esperar do seu trabalho e isto já é o suficiente. Um portfolio online comporta um número maior de imagens, desde que estejam facilmente acessíveis, mas não exagere. Atente que na maioria dos portfolios online há um espaço “sobre” ou “about” que não é indispensável mas, é interessante contar um pouco sobre sua carreira e com quem já trabalhou e, se estiver começando e ainda não tiver experiências pra contar, é bom escrever sua visão sobre a fotografia e falar sobre seus objetivos. E aqui também seja sucinto.

Depois do seu trabalho, a parte mais importante de um portfolio é o contato, lembre-se de deixar esta parte visível e destacada, por motivos óbvios é importante que seu cliente possa entrar em contato com você de maneira fácil e rápida caso ele queira.

Não usem sites do tipo flickr como portfolio. Hoje existem sites gratuitos e distintos para apresentar um trabalho como o wix, carbonmade, basekit ou Krop, onde é possível criar um site mesmo sem ter muitos conhecimentos sobre design e conectar seu próprio domínio. Um domínio é recomendável pois torna seu site mais profissional, todavia requer certo investimento que, se você esta em início de carreira, por vezes é dispensável.

O que vai definir a melhor maneira de se apresentar e a melhor ferramenta para tal é seu público alvo, nunca se esqueça dele. O que foi dito são conselhos e não verdades absolutas, portanto sintam-se livres para desconsiderar tudo o que foi escrito neste post, e adaptem estas sugestões às suas realidades e tornem seus portfolios os mais autênticos possíveis.

Que tal um novo estilo de fotografar casamento?

A fotografia chega ao seu ápice em ousadia e criatividade! Nada e nem ninguém se conforma em ser apenas normal. E mesmo assim a gente sempre tem a sensação de que já viu tudo! Quando se fala de fotografia de casamento é ainda pior, os estilos já chegaram a um nível bastante ousado, mas são todos muito parecidos. O motivo da fotografia de casamento é o que segura esse estilo, as técnicas e os efeitos, talvez por isso essa comparação que todos nós acabamos fazendo. Quando um novo estilo aparece, se destaca, destacando também o olhar do fotógrafo.

Sergey Ivanov e um novo olhar sobre o casamento

Sergey Ivanov é um fotógrafo do caramba, extremamente criativo, que por ter uma forte ligação com o design digital acabou unindo as duas vertentes (fotografia e design) para produções de ensaios (ou books) de casamento. O famoso Wedding Photography acaba ganhando um novo olhar, que na verdade é um olhar que todos nós já temos, mas nem sempre colocamos para fora (dessa forma) nas fotografias! Aquela magia toda, com todo aquele romance, acaba ficando preso nas dificuldades que uma imagem gera para ser montada, Ivanov superou tudo isso, e faz acontecer tudo de mais lindo que há em um olhar sobre o motivo que leva um casal a procurar um profissional da fotografia para documentar e criar todo esse clima com histórias fantásticas.

O início de uma nova fase de duas pessoas que decidiram se unir, com milhares de planos, com a carreira ainda em andamento, tendo como consequência a família é ou não é um grande motivo para ganhar um grande estilo? Merecedor!

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Mãos pintadas – É o trabalho da artista Annie Ralli

Procurei em tudo quanto foi arquivo virtual alguma história, biografia, outros trabalhos e até mesmo o contato  da artista Annie Ralli pra eu não chegar apenas com essa referência e fonte. Como gosto sempre de estudar um pouquinho mais antes de escrever sobre qualquer artista ou obra, dessa vez esse post vai sair quase que frustrado. Mas…. Vale a pena, por esse simples (não tão simples assim) conjunto de imagens da artista.

Quase que uma expressão corporal, as mãos se transformam em formas, objetos e ganham cores e movimentos que só através de novas cores, maquiagem e principalmente das lentes de Annie Ralli é possível.

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O P&B de Pamela Ross

Pamela Ross (que tem até nome de artista famosa) é uma fotógrafa alamã, que cresceu aspirando arte e fotografia, e hoje ela fotografa tudo o que ver. Mas eu, Helosa, fiquei ainda mais apaixonada pela sua documentação em P&B, de todas as imagens da Pamela, as que eu mais gostei foram nesse estilo. E todas fazem parte de um único projeto: Documentação, viagem, dia a dia, e observações, fiquem a vontade para dar uma olhadinha! 😉

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Conheca mais sobre o trabalho de Pamela Ross

Portfólio do Leitor: Daniel Ramos

O Daniel Ramos é um venezuelano de 23 anos que ao andar pelas ruas acaba fotografando. Entende o que eu digo? Ele não sai para fotografar, ele simplesmente fotografa a vida, enquanto ele passa por ela. Acho isso fantástico. Consegue capturar de forma fantástica o movimento, a gente sente o seu olhar e a projeção do seu corpo com relação a situação fotografada. Composições, cores, enquadramentos, close ups e paisagem, fazem o seu portfólio serem fantástico para um principiante. Uma outra informação importante é que Daniel Ramos faz essas belíssimas fotos com uma câmera compacta, HP photosmart M537 de 6.0 megapixels. Uma belíssima prova de que não é a câmera que faz a fotografia, ela é apenas uma ferramenta. 😉

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Veja o portfólio completo do Daniel Ramos:
http://danielramosfotografia.tumblr.com/

Portfólio do Leitor: Felipe Spider

Mais um leitor que manda seu portfólio para análise do olhar TNF de ser! Felipe Spider é o leitor da vez, e tem um belíssimo olhar sobre o sunset! Parece que na hora que o sol vai se por, o Felipe Spider está preparado com sua câmera a tira colo esperando no local certo, no dia certo, com o clima certo e na hora exata. Quase que um primo bem distante do Henri Cartier-Bresson esperando o momento decisivo para a fotografia perfeita! Eu adorei como ele se aproveita do vermelho (e se manipula, não dá pra perceber, o que é muito bom). Com relação a essas fotografias de Sunset eu dou uma pequena sugestão: cuidado com o horizonte. Nunca, nunca derrame a água do mar. Procure deixar o horizonte bem alinhado. E uma sugestão importante é: Dá para perceber que mesmo gostando muito do pôr-do-sol, o Felipe ainda não encontrou o seu estilo certo, então, aproveite e teste bastante. Não fique preso a apenas um olhar. Fotografe de todas as formas, e sem medo de errar.

Eu adorei as fotos do Felipe Spider, e você? O que acha?

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Galeria do Felipe Spider http://www.flickr.com/photos/spdeblck/

Siga o Felipe @FelipeSpider

Quem gosta de cor levanta a mão! Conheça o trabalho fotográfico de Gabriel Wickbold

Gabriel Wickbold é fotógrafo paulistano que aprimorou o seu olhar antes mesmo de conhecer a fotografia. Sua mãe, artista plástica foi quem lhe deu todas as ferramentas para esse amadurecimento específico do olhar. Muitos e muitos projetos foram desenvolvidos pelo jovem (25) Gabriel até o momento, e todos envolvem expressão: facial e corporal. Alguns ele se utiliza de outros meios para expor essas expressões, mas todos, de alguma forma, são bastante coloridos. As cores que ele vê não parecem ser as mesmas cores que vemos normalmente. Os pretos, as sombras, os azuis e as cores fortes, são bastante exuberantes. Mas tudo de um bom gosto tremendo, que dá gosto de olhar!

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Conhecendo a arte de Alexander Sikov

O famoso fotógrafo russo, Alexander Sikov é o nosso artista da vez. Nada melhor do que começar a semana conhecendo o trabalho de um artista fotográfico como esse! Dá pra perceber que ele estar onde a luz está, e sabe aproveitar cada segundo das mudanças de um feixe de luz (acredite, a luz muda a cada instante). Tenho um mania terrível de querer saber o que as pessoas pensam, e o pior, o que o fotógrafo pensa, só em ver suas fotografias. E quando vi essa coleção de fotos, não resisti, pensei: Alexander é do tipo que conhece bem as mulheres, as ama, sabendo valorizar sua beleza. A cada fotografia um movimento lindo de cabelo, ou uma luz que realça o rosto, os olhos, as pernas. A sensação que dar é que Alexander conhecia muito bem cada mulher dessa!

Vou deixar de blá, blá blá, que é da inspiração! 😉

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Giant Artists – Movimentar é arte para a fotografia publicitária de RJ Shaughnessy!

Parece uma coisa, MAS é outra! Nenhuma dessas imagens são ‘naturais’ e documentais. Todas elas foram montadas propositalmente para que parecessem ‘naturais’. Se é que me entende! Semana passada falamos de fotografia conceitual (a mãe da fotografia publicitária), esse conjunto de imagens partem do mesmo princípio. Na verdade, essas fotografias são de um fotógrafo publicitário famoso, e para ser ainda mais sincera, essas imagens compõem o portfólio desse fotógrafo. Shaughnessy é o fotógrafo da vez, um publicitário com um olhar inovador e ousado, faz a publicidade (algo a ser vendido) parecer natural e documental. Movimento, sensações de emoção e aventura que juntos passam uma noção de realidade. Pessoas correndo, pulando, se movimentando. Vocês tem noção do que é isso?

É mais um passo dado na ideia de fotografia publicitária! Então, você está preparado para aceitar e se inspirar?

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As marcas: Levi’s, Ray Ban, Apple, Adidas, Target, Microsoft, PlayStation, Vans, Urban Outfitters, Nike, Chrysler
 Revistas: Fader, Vice, Self Service, Dazed & Confused, Nylon, Art Review

Será que o estranhismo de Diane Arbus está na moda? Gustavo Lacerda é o autor de um lindo ensaio de Albinos.

Tipos, formas e raças que há muito tempo foram consideradas “estranhas” (eu inclusa) agora parecem estar na moda. Quando eu digo na moda, é que o assunto está in voga.  Albinos, sarnentos, pálidos, anões, deficientes e mais uma gama de “gêneros” (sendo crítica, porque não penso assim) agora tem o seu lugar no espaço e nas fotografias.

As pessoas estão sentindo necessidade de serem melhores, de deixar as besteiras de lado e apenas serem felizes. A luta conta o pré conceito é apenas uma dessas consequências, e a fotografia virou uma ferramenta de apoio nessa ideia.

O Artista fotográfico Gustavo Lacerda dedica sua vida a fotografar albinos. E como eu sou um pouco “Diane”, eu adoro essas imagens! Saindo do “padrão” e conseguir perceber a beleza no que é “diferente” não é para todos. O que você acha?

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A inspiração de hoje vai ficar por conta do HDR!

Para quem ainda não sabe, HDR é sigla para a expressão: High Dynamic Range Imaging. Que nada mais é do que vários clicks de uma mesma imagem em várias escalas de cores e depois unidas em uma ferramenta de edição (no photoshop, por exemplo) que escolhe as melhores exposições de cada pedacinho da imagem. A fotografia fica perfeitamente equalizada com a luz (para quem curte o HDR).

Escolhi um conjunto de imagens que pudessem descrever o que isso significa. Enjoy! 😉

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Fonte: Inspiration Mix