Conheça a nova compacta Sony RX10 II

Mais uma câmera compacta potente para o mercado. Conheça a nova compacta Sony RX10 II (DSC-RX10M2), a primeira compacta do mundo com o sensor Exmor RS CMOS. É possível 14 frames por segundo, por conta do seu sensor, sua velocidade acaba sendo muito boa perto das câmeras similares. Além disso, estamos falando de mais uma câmera da família 4k, e o preço é super acessível. Veja mais abaixo na ficha técnica da nova Sony RX10 II.

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Ficha Técnica

Sony RX10 II 

MP  16.8

SENSOR RS CMOS

LENTE   24-70mm (F1.8 – F2.6) | 24-200 mm (F2.8)

ISO  160 – 20.000 (UAU)

VELOCIDADE  14 frames por segundo

CAPTURA – 

CONECTIVIDADE –

VÍDEO 4k e adicionais

VISOR  –

FLASH

EXTRAS

CORES  –

PREÇO  $1300,00

A novidade da Olympus que filma em RAW – acompanhe

Uma linda novidade da Olympus que além de ser resistente a água (até 15m de profundidade), filma em RAW. Os profissionais vão entender a importante que têm produzir em RAW. E além da importância que uma câmera compacta da Olympus dá para registros filmográficos em RAW é importante perceber que se filma nessa extensão, tem processador para isso. Estamos falando de uma boa máquina, mas quem busca irreverência com qualidade e ousadia que caiba no bolso. A nova olympus, recém anunciada, é a  Stylus Tough TG-4 e estará disponível em Maio (no mercado americano) por U$ 379,99. Ela realmente cabe no bolso, né? Acompanhe abaixo a ficha técnica!

 

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Ficha Técnica

Stylus Tough TG-4

MP 16 MP

SENSOR 

LENTE   25-100 f/2.0

ISO

VELOCIDADE

CAPTURA RAW

CONECTIVIDADE Wi-fi integrado

VÍDEO – RAW

VISOR

FLASH 

EXTRAS  capturas debaixo d’água (até 15m de profundidade) com opções como HDR e RAW / A prova de choque, congelamento e poeira

CORES

PREÇO  U$ 379,99

Imagens vistas de satélite são perfeitos papeis de parede

Imagens vistas de satélite são usadas em papel de parede de Smartphones. Devo admitir que, o que as pessoas estão usando como wallpapers, não me interessa, não mesmo, a parte que me toca são mesmo as abstrações.

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Imagens vistas de satélite viram abstrações usadas como wallpapers

As várias formas de gerar imagens já é algo que me deixa apaixonada (um score para a tecnologia), os satélites estão cada vez mais fazendo o seu trabalho com equipamentos cada vez mais inovadores que nem mesmo o fotógrafo mais atualizado tem acesso. Essas abstrações que são geradas a partir de imagens vistas de satélites são perfeitas guestalts geradas por pedacinhos de um universo. A utilização (e o incentivo) dessas imagens como wallpapers pode vir a ser uma forma de valorização, mas ao mesmo tempo banaliza. As pessoas não ficam mais surpresas com nenhum tipo de imagem nem novas formas de tecnologias para captar imagens, efemerizou.

O que podemos fazer é criar grupos e formas de discussão sobre os temas. O que acham?

3 Melhores Smartphones para fotografar

Mais uma seleção do Tem Na Fotografia para quem deseja fotografar também com Smartphone: 3 Melhores Smartphones para fotografar. Alguns afirmam que o uso dos smartphones para fotografar não só aumenta como também substitui câmeras compactas só só faziam volumes nas bolsas e bolsos de seus usuários. O advento dos smartphones foi tão forte que muitas dessas câmeras são até melhores do que algumas câmeras compactas, chegando até a serem comparadas com câmeras DSLR. E foi diante dessa percepção de baseada na revista Fotografe Melhor desse mês que divido com vocês os 3 Melhores Smartphones para fotografar.

3 Melhores Smartphones para fotografar

Samsung Galaxy S4

Essa marca vem atingindo um mercado em disparada, chegando até a superar a marca Apple. Em se tratando de smartphones para fotografar, esse modelo, com interfaces simples e cheinhas de funcionalidades, é um ótimo aparelho para quem gosta de compartilhar imagens com todos os tipos de redes sociais com qualidade. E já posso adiantar que dos três aqui escolhidos, esse é o que tem o maior custo benefício, sem dúvida: Valor acessível, ótimo funcionamento e possui uma boa câmera para quem deseja ter qualidade profissional com smartphone. Apesar de ser maior que o outros, é um aparelho leve com potente processador (snapdragon 600 quad-core de 1,9 GHz) com seus 13 megapixels e uma lente equivalente a 31mm f/2.2, tem uma ótima agilidade no processamento das imagens. Talvez, por todo esse conjunto, seja o mais escolhido entres os consumidores que procuram smartphones para fotografar.

smartphone para fotografar

Nokia Lumia 1020

Para os tradicionalistas que durante uma década usaram celulares Nokia, que sempre inovaram no quesito design sem deixar a desejar em qualidade, sabe que essa marca carrega uma qualidade em todo o desempenho do aparelho (ele podia também cair no chão 10 vezes que não quebrava) como um todo. Sua lente é a Carl Zeiss, que equivale a uma 26mm com abertura de f/2.2 com zoom óptico de 3x, exatamente, zoom óptico, geralmente os smartphones possuem zoom digital, o que diminui bastante a qualidade quando vamos aproximar o objeto fotografado. O que me impressionou mesmo, foi o sensor de 41 megapixels (atenção para a minha boca aberta nesse momento), uma resolução que muitas câmeras DSLR’s não possuem. O que nos leva a imaginar o tempo que essa belezinha leva para carregar uma única fotografia que deve ficar enorme visto o processador de um aparelho smartphone, que, sejamos francos, ainda vai demorar para se aproximar de um processador de uma câmera DSLR por causa do tamanho.

No que o coitado (não tão coitado assim) do Nokia vai perder é por ainda não se entregado ao esquema android, seu sistema operacional é o Windows Phone 8, que não agrada a gregos e troianos; Você paga caro, e a sensação é de receber um pacote incompleto. Mas, para quem realmente não liga para velocidade, sistema operacional, o Nokia Lumia 1020 é um dos melhores smartphones para fotografar, ganha de muitas câmeras fácil!

smartphones para fotografar

Apple iPhone 5S

Claro, que nessa pequena lista de smartphones para fotografar, não poderia faltar um iPhone, e o 5S é o queridinho com requisitos totalmente justificados. De acordo com a opinião do fotógrafo Alexandre Urch para a revista Fotografe Melhor desse mês, o iPhone ganha na velocidade do processamento das imagens. E eu não duvido, uso um modelo 4, e já o acho rápido na hora de clicar, imagina como não deve ser a do modelo de três gerações depois do meu? Tendo a menor resolução (em comparação aos 3 smartphones para fotografar aqui selecionados) com apenas 8 mega pixels (nada de ostentar nos pixels de Steve Jobs), a simplicidade no manuseio, tamanho compacto, com uma lente equivalente a 30mm f/2.2 demostra um ótimo desempenho em ambas as luzes e melhores resultados nos contrastes das imagens. O precinho salgado talvez não o anime, sempre que penso em comprar um iPhone 5S, penso que posso comprar uma lente nova com esse valor.

smartphones para fotografar

Gostou? Comente, compartilhe, dê sua opinião!

Leica T a compacta e potente mirrorless camera

Leica T a compacta e potente mirrorless camera é a nossa mais nova maravilha que temos para observar. Quando se trata de Leica, trata-se não só de um equipamento fotográfico compacto, mas também de tradição. Então não precisa dizer que trata-se também de qualidade no produto, e quando falamos de qualidade plus produto plus marca Leica, falamos de um preço levemente alto. E por se tratar de uma leve Mirrorless, ela carrega um sensor de uma DSLR, o famoso CMOS, com a largura valiosa o suficiente para uma APS-C. O que significa que tem velocidade e qualidade na captura semelhante a uma câmera semiprofissional. Vamos a fica técnica.

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Ficha Técnica

Leica T

MP 16.5

SENSOR  APS-C –  CMOS

LENTE  Intercambiáveis, com algumas opções disponiveis no mercado: 18-56 mm de abertura f/3.5–5.6; Grande Angular 11-23 mm de abertura f/3.5–4.5 e outras opções como uma Objetiva zoom com 55–135 mm e abertura f/3.5–4.5

ISO 12500

CAPTURA

CONECTIVIDADE WiFi  (sendo a primeira Leica a estar conectada), podendo ser enviados fotos e videos via WiFi. / GPS integrado.

VISOR táctil TFT LCD de 3.7″

FLASH SF 26 – Flash que estará disponível, assim como outros acessórios, outro deles é o LED, também usado para iluminação.

EXTRAS Design minimalistas, portátil e conectada

CORES Amarelo Melão, Laranja, Vermelha, Preta e Branca

PREÇO £ 1.350,00 / R$ 5.065,00

Essa maravilha está disponível a partir do dia 26 de Maior de 2014, na Leica Store Mayfair do Reino Unido, Londres.

C3 a mais nova mini maravilha da Polaroid

C3 a mais nova mini maravilha da Polaroid! Seguindo o mesmo esquema/estilo da GoPro, a nova mini maravilha instantânea da Polariud segue os mesmos principios e objetivos. Trata-se de uma câmera – fofinha e simpática – em formato de cubo, com 35mm, por apenas $ 99,00 dólares. Isso mesmo, um valor bastante acessível – como a grande maioria dos produtos Polaroid, que assim como as outras marcas que fazem a história da fotografia, corre atras para alcançar as possibilidades tecnológicas – aos bolsos de quem quiser!

Outros adicionais podemos encontrar na lista do seu diferencial. 120 graus de captura, pode ser uma delas, vídeo em HD, 5 mega píxels, a prova d’água – de até 2 metros – 2MB de memória interna, tendo entrada para micro SD, microfone e LED light! Quer mais? Então você quer fotografar aqueles lances dentro do mar, dos seus amigos surfistas, que tal uma C3 da Polaroid?

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Ficha Técnica

Polaroid C3

MP 5

LENTE 120 graus

VÍDEO até 1280 x 720

EXTRAS  a prova d’água, 2 metros / Microfone / LED Light

Entrada para microSD.

CORES  – várias cores

PREÇO  $ 99,00

Fonte: The Verge

Hasselblad H5D-50c é o primeiro médio formato com sensor CMOS

Hasselblad H5D-50c é o primeiro médio formato com sensor CMOS! E, como todos sabem, dias de quarta é dia de tecnologia, seja eles lançamentos ou antigos, e para hoje, não tinha melhor tecnologia para dividir com você do que essa maravilha da Hasselblad, uma marca histórica que anuncia a sua primeira câmera em médio formato digital com sensor CMOS.

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Uma câmera que fez a faz a história da fotografia no mundo, dominando o mercado com seus médios formatos analógicos, em velocidades e capacidades espetaculares, agora, acompanhando as novas tecnologias, adere aos esquemas digitais, com o sensor CMOS (comum nas câmeras DSLRs que conhecemos e um médio formato digital, que vai superar as condições de iluminação. A câmera foi anunciada em Janeiro, mas agora já está disponível no mercado, mas não é para quem quer, é para quem pode, com um valor salgado de 20.900 euros fora a as taxas que sempre complementam os valores desses equipamentos.

Bom, estamos falando de uma Hasselblad, que desde o início, sempre se preocupou com a qualidade do seu produto. A Ove Bengtson, afirma que mais uma vez, essa nova belezinha teve o mesmo objetivo:

Atingir simplesmente a melhor qualidade de imagem possível nos dias de hoje

Ove Bengtson

Bom, coforme prometemos, não vamos com blablablás, vamos á ficha técnica!

Ficha Técnica

Hasselblad H5D-50c

MP 50 (isso mesmo)

SENSOR CMOS (tendo em base o valor dobro do tamanho físico de 35mm)

LENTE com possibilidade de trabalhar com tilt-shift

ISO 6400

VELOCIDADE 1,5fps, e velocidade do obturador em até 12 minutos

CAPTURA

CONECTIVIDADE  GPS

VÍDEO vídeo em Phocus

VISOR  –

FLASH

EXTRAS  High Dynamic Range (até 14 pontos) para melhor captura em áreas com pouca luz

CORES  – preto & prata

PREÇO  20.900 (Euros – sem taxa)

Fujifilm FinePix F900EXR é a compacta mais prática que já o mercado ja viu

Fujifilm FinePix F900EXR é a mais nova compacta prática do mercado. Com todas as tecnologias suficientes que uma câmera pequenina precisa, ela carrega consigo seus 16 megapixels, e um sensor de 1/2 polegada EXR CMOS II chegando a registrar até 8 frames por segundo, essa maravilha  é veloz e pode ter certeza que com esse sensor é qualidade garantida.

Não estou aqui para fazer propaganda de nada, apenas estou de volta com a nossa categoria Notícias Tecnológicas, garantindo também a volta da parceria com o blog geek mais querido do mundo, Who’s Nerd? que, toda sexta cederá o seu espaço para informações fotográficas muito queridas. Nada melhor do que já voltar com uma marca que tem nome e uma câmera que já está famosa ao seu nascer, não é mesmo?

Dessa vez, não vou ficar com nhenhenhem, nem de um lado e nem do outro, vou tentar ser direta e prática! Inventei um esquema com o nome ficha técnica, para ficar mais fácil o entendimento dos jovens amadores, e para também ajudar os mais espertos a direcionar a leitura. O que é bom para mim e para vocês. Ok, então vamos direto ao assunto.

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Ficha Técnica

Fujifilm FinePix F900EXR

MP 16

SENSOR EXR CMOS II

LENTE Zoom 20x / 25-500mm com Zoom digital que dobra até 40x

ISO 12800

CAPTURA RAW

CONECTIVIDADE wi-fi / GPS

VÍDEO CAPTURA full HD 1080p a 60fps

VISOR tela de 3 polegadas LCD

FLASH somente embutido

EXTRAS filtros, edição na própria câmera, botão função personalizável

CORES Vermelho, Azul e Preto

PREÇO  $399,95 dólares.

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Obs.: Possui uma ótima qualidade em seu sensor, o que deve gerar ótimas resoluções. O tamanho do sensor é bem pequeno, o que pode trazer alguns problemas futuros. Mas o preço compensa por uma maravilha pequenina como esta. Se você procura praticidade que caiba no bolso, esta pode ser uma opção.

My Selfie, Myself

Por Jenna Wortham

Vivian Maier/Maloof Collection - From Vivian Maier: Self-Portraits (PowerHouse Books, 2013)

Vivian Maier/Maloof Collection – From Vivian Maier: Self-Portraits (PowerHouse Books, 2013)

RECENTEMENTE, me deparei com um grande achado em uma loja de antiguidades de Vermont: uma fotografia em preto-e-branco de um piloto do sexo feminino no topo de uma montanha, seus óculos de aviador acima da testa, revelando um rosto satisfeito, queimado pelo vento, apenas as asas de seu avião visíveis atrás dela. Mas a melhor parte da descoberta foi a lenta percepção de que ela mesma estava segurando a câmera. Foi, por falta de uma palavra melhor, um “selfie”.

Isso me lembrou de outro auto-retrato do tipo, que eu estive acompanhando online, do misterioso Benny Winfield Jr.

Eu não conheço o Sr. Winfield pessoalmente, mas vi o rosto dele quase todos os dias durante os últimos meses, em dezenas de fotografias que ele compartilha no Instagram. Ele chama a si próprio de “líder do movimento selfie” e cada imagem é hipnoticamente a mesma – seu rosto sorridente preenche o quadro, e é geralmente acompanhado por um pequeno texto inspirador.

Os auto-retratos são mundos – e décadas – à parte. Mas eles são estimulados pelo prazer atemporal de nossa habilidade em documentar nossa própria vida e deixar para trás um rastro a ser descoberto.

“Há uma necessidade humana primordial de estar fora de nós mesmos e olhar para nós mesmos”, disse Clive Thompson, escritor e autor do livro “Smarter Than You Think: How Technology Is Changing Our Minds for the Better.”

“Selfie” tornou-se o termo genérico para auto-retratos digitais desencadeados pela explosão de celulares com câmera e serviços de edição e compartilhamento de fotos. Todo grande site de mídia social está transbordando com milhões deles. Todos, desde o papa às filhas do presidente Obama foram flagrados em um. No final de agosto, o dicionário Online Oxford acrescentou o termo ao seu léxico. Uma das propagandas do novo Grand Theft Auto V apresenta uma mulher de biquíni tirando uma foto de si mesma com um iPhone. Em um recente episódio da série “Homeland” do canal Showtime, um dos personagens principais envia um selfie de topless para o namorado. O Snapchat, um serviço de mensagens baseado em fotos, está processando 350 milhões de fotos por dia, enquanto um recente projeto no Kickstarter levantou 90 mil dólares para desenvolver e vender um pequeno obturador Bluetooth para smartphones e tablets para ajudar as pessoas a tirar fotografias de si mesmas mais facilmente.

É a preocupação perfeita para o nosso tempo saturado de Internet, uma plataforma pronta para gravar e postar nossas vidas aonde outros possam vê-las e experimentá-las conosco. E de certa forma, sinaliza uma nova fronteira na evolução das mídias sociais.

“As pessoas estão discutindo a forma como elas aparecem para o resto do mundo”, disse Thompson. “Tirar uma fotografia é uma forma de tentar entender como as outras pessoas vêem você, quem e como você é, e não há nada de errado com isso.”

Às vezes se assemelha tão somente a uma maneira mais performativa de lapidar imagens públicas de quem somos, ou quem gostaríamos de ser. Selfies muitas vezes se afastam para o território do escândalo ou da vergonha – pense em Miley Cyrus ou Geraldo Rivera – e em seu modo mais vulgar, sugere todos os tipos de questões sobre vaidade, narcisismo e a nossa obsessão com a beleza e imagem corporal.

Mas é uma concepção demasiado simplista para interpretar o fenômeno selfie. Estamos rapidamente nos acostumando – e talvez até mesmo começando a preferir – conversas on-line e interações que giram em torno de imagens e fotos. Elas são muitas vezes mais eficazes em transmitir um sentimento ou reação que um texto. Além disso, nos tornamos mais confortáveis ​​vendo nossos rostos na tela, graças a serviços como Snapchat, Skype, Google Hangout e FaceTime, e a sensação emocionante de conexão que vem mesmo com a mais breve conversa em vídeo. Receber uma foto do rosto da pessoa com quem se está falando traz de volta o elemento humano da interação, que é facilmente perdido se ela é principalmente baseada em texto.

“A idéia do selfie é muito mais sobre como o seu rosto é a legenda e você está tentando explicar um momento ou contar uma história”, disse Frédéric della Faille, o fundador e designer do FrontBack, um aplicativo popular de compartilhamento de fotos que permite aos usuários tirar fotos usando tanto a câmera frontal quanto a traseira. “É muito mais sobre um momento e uma história do que sobre uma fotografia.” E na maioria das vezes, ele acrescentou: “Não se trata de ser bonito.”

Em outras palavras, é sobre mostrar aos seus amigos e família sua alegria por estar tendo um bom dia ou iniciar um diálogo ou linha de comunicação usando uma imagem da mesma forma como você pode simplesmente dizer “oi” ou “como vai?”.

E selfies sugerem veementemente que o mundo que observamos através das mídias sociais é mais interessante quando as pessoas inserem a si próprias nele. Um fato que muitos serviços de mídia social como o Vine, uma ferramenta de compartilhamento de vídeos do Twitter, notaram. Dom Hofmann, um dos fundadores do Vine, disse que a primeira versão do aplicativo não deixava que as pessoas gravassem vídeos usando a câmera frontal, em parte por causa de limitações técnicas. Seu co-fundador, Rus Yusupov, era a favor de adicionar o recurso ao serviço, mas Hofmann teve a preocupação de que isto pudesse comprometer a qualidade do conteúdo que as pessoas estavam compartilhando através do serviço.

“Rus sentiu que abriria muitas possibilidades criativas”, disse Hofmann. “Mas eu pensei que seria muita vaidade. Não vejo muito valor nisso.”

Mas, depois de alguma discussão, e repetidas solicitações de usuários, a empresa decidiu lançar o suporte à câmera frontal como uma atualização. Descobriu-se que seu parceiro estava certo. “Os usuários adoraram”, disse Hofmann.

“Realmente não foi sobre vaidade, afinal”, ele disse. “Não é realmente sobre como você se parece. É sobre você fazendo qualquer outra coisa, ou sobre você em outros lugares. É um modo mais pessoal de compartilhar uma experiência.”

O ciclo de feedback que os selfies podem inspirar não faz mal, tampouco. Como uma usuária precoce do Instagram, eu raramente apontava a câmera para mim. Eu preferia compartilhar fotos do pôr do sol, bailes loucos e gatos de bodega do que mostrar um novo corte de cabelo ou roupa. Mas, ao longo do último ano mais ou menos, eu vi que todos os meus colegas começaram a voltar lentamente suas câmeras para dentro de si mesmos. E isto fez meu feed mais interessante e divertido. E eu prefiro ver os rostos dos meus amigos enquanto preparam a comida do que uma foto em close das suas refeições prontas. Nas raras ocasiões em que me sinto ousada o suficiente para postar um retrato frontal, eu vejo picos de comentários e feedbacks, do tipo que raramente imagens de um parque ou de um concerto conseguem atrair.

Na verdade, eu tenho notado que este selfie ocasional parece encorajar alguns amigos que não vejo à algum tempo a entrar em contato via e-mail ou mensagem de texto sugerindo que nos encontremos para uma bebida, como se ver meu rosto na tela os lembrasse que já faz algum tempo desde que o viram na vida real.

Dra. Pamela Rutledge, diretora do Media Psychology Research Center, uma organização sem fins lucrativos, diz que é como o cérebro humano funciona.

“Somos severamente estimulados a responder a rostos”, disse ela. “É inconsciente. Nossos cérebros processam o visual mais rápido, e estamos mais envolvidos quando vemos rostos. Se você está olhando para uma página inteira de fotos, o que você vai notar são os closes e selfies.”

Quanto à afirmação batida de que selfies promovem a vaidade e alguma forma de julgamento, “Há algumas pessoas que criam uma certa quantidade de risco se expondo demais”, disse Rutledge. “Mas isso não é sobre o selfie. Isso é sobre alguém que não está fazendo boas escolhas.”

Ao invés de descartar esta tendência como um efeito colateral da cultura digital ou como uma forma triste de exibicionismo, talvez seja melhor ver o selfie pelo que ele tem de melhor – uma espécie de diário visual, uma forma de assinalar a nossa curta existência e assegurar aos outros uma prova de que estávamos aqui. O resto, é claro, está aberto à interpretação.

Publicado originalmente por Jenna Wortham [via NYT]

 

[Traduzo e compartilho únicamente artigos públicos, citando os devidos créditos e fontes. Se alguém se sentir lesado por ter seu texto traduzido e publicado, favor entrar em contato comigo através do email na guia TEM COLABORADORES e o mesmo será retirado do ar.
I just translate and share articles solely public, citing proper credit and sources. If someone feels wronged by having your text translated and published, please contact me via email on tab TEM COLABORADORES in the top of the blog and it will be removed. GC]

NIKON D600, a intermediária que estava faltando

Como faz muito, muito, muuuuito tempo que não publico sobre lançamentos de câmeras e demais equipamentos fotográficos, vou dedicar essa semana inteira a esse assunto! O que acha? Nada mal, né? A maior procura pela minha belíssima pessoa (desde amigos até dentista) é ainda sobre qual equipamento escolher,  e a minha resposta é sempre a mesma: Tudo vai depender da sua necessidade e do valor que você está disposto a pagar.

Parei de fazer artigos a respeito porque a gente leva muito tempo pesquisando os lançamentos das câmeras e depois encontrar os testes,   avaliações e especificações de qualquer equipamento não é tão fácil, se é pra falar, vamos falar direito, não é mesmo?

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A intermediária que estava faltando

Depois que saiu a D90 do mercado, e outras como D40, D60, ficou um buraco entre as câmeras mais completas e as câmeras mais básicas consideradas DSLRs. A Nikon D600 veio para satisfazer essa falta, ficando exatamente entre a Nikon D7000 e a Nikon D800.

E a primeira característica que eu gostaria de comentar é justamente sobre o seu design com um porte intermediário. Se colocarmos as três câmeras juntas, os leigos perceberão, apenas pelos tamanhos, qual está a cima de qual. A segunda é que essa belezura é uma full frame de entrada com a qualidade de  um sensor da D7000.

Outras características também importantes que não posso deixar passar é o seu sensor FX com potentes 24,3 MP. o que é muito significante, sem falar em capturas de video full HD, 39 pontos focais, entrada para dois cartões de memória, conector para grip vertical e um lindo monitor de 3 polegadas.

Em outras palavras: Nikon D600 é uma câmera que tem facilidades e ferramentas que uma D7000 da marca tem, em um tamanho menor, com um menu mais fácil de usar. Para quem desejar/precisa de uma câmera com ótima qualidade, fácil de usar com apenas um grande porém: o valor. Chegando ao Brasil por 14mil apenas o corpo. O que me faz pensar que é uma câmera para quem realmente não é profissional, mas quer investir em qualidade.