Leica completa 100 anos, vamos comemorar!

Está na hora de apagar a velhinha porque a nossa tão queridinha câmera alemã, Leica completa 100 anos de idade. Imagine você quantas histórias essa marca poderia contar, ou melhor, quantas histórias as fotografias feitas por uma câmera Leica não contou e conta até hoje. A tradicional câmera que revolucionou a história da fotografia, chega na sua melhor idade (propriamente dita) firme e forte, com tudo em cima. E se a Leica fosse uma pessoa, como ela seria? Bom, mas vamos deixar de imaginar coisas, e vamos pensar com mais realismo as  contribuições que Leica fez para a história.

leica completa 100 anos
Henri Cartier-Bresson não desgrudava de sua câmera Leica

Leica completa 100 anos, vamos comemorar!

A tradicional e queridinha câmera Leica completa 100 anos da invenção da sua primeira câmera com 35mm, o estilo que revolucionaria o mercado de câmeras da época ganha forma e estilo no ano de 1914. Durante todo esse tempo a marca que não é somente produtora de equipamentos fotográficos (além da Leica Câmeras tem a Leica Microsystems para equipamento médico de microscópicos e a Leica Geosystems para equipamento de topografia) acompanhou toda uma evolução histórica de muitos países como guerras, revoluções e acontecimentos históricos passando somente por uma grande crise em 2004, por ter demorado a se intregar de vez ao digital que estava acontecendo principalmente no Extremo Oriente. Hoje em dia, Leica assume um papel tradicional com qualidade e preços altos no mercado.

E assim, Leica completa 100 anos também de tradição, que foi construída principalmente (e inicialmente) pelo pai do fotojornalismo, Henri Cartier-Bresson, que ao usar essa pequena maravilha da modernidade para documentar seus momentos decisivos agregou um valor incomensurável de qualidade.

“Nunca me afastei da Leica, qualquer tentativa em outra direção me leva de novo a ela. Não digo que tenha que servir para outra pessoa, mas para mim é a única câmera inquestionável. É, e digo literalmente, a extensão óptica de meu olho”. Henri Cartier-Bresson

Fontes: INFO Online

The Verge